Ouça áudio: Diretoria do Sindur ameaça invasões e interromper fornecimento de água para exigir controle da Caerd ao governador

O Sindicato dos Urbanitários de Rondônia (Sindur) ameaça ações sem precedentes durante a greve na Caerd, a partir desta segunda-feira com o fechamento de sedes da empresa e até mesmo de estações de tratamento, exigindo a saída da presidente Iacira Azamor. “… Deram mais 10 dias para essa mulher, mas não tem como sustentar, vamos para o pau...”, disse um diretor do sindicato em áudio para os colegas trabalhadores no Whatsapp. Na mesma convocação, ele pede o apoio de todos para fechar a sede administrativa da companhia e todas as Estações de Tratamento de Água da zona leste a zona sul. “… Encerrou a reunião aqui e decidiu pela greve segunda-feira, vamos invadir, ninguém vai entrar, vamos passar o cadeado na ETA 1, Eletromecânica, zona sul e zona leste, se a polícia vir nós vamos saber quem é quem...”, acrescentou o membro do sindicato.
A diretoria do Sindur, formada por supostos amigos de longa data do governador Daniel Pereira (PSB), não entende como ele mantém no controle da Caerd a atual presidente Iacira Azamor. O sindicato reputa a ela todos os males da empresa de economia mista, embora Iacira tenha assumido em 2014, ano em que a Caerd já devia R$ 1 bilhão em passivo trabalhista e encargos tributários com a União. O Sindur, enquanto esteve na gestão compartilhada da Caerd no Governo Bianco, preocupou-se em aumentar os salários dos empregados, gerando grande impacto na folha. Hoje, há servidores que ganham três vezes mais que um mesmo funcionário de uma empresa privada para fazer as mesmas funções. A ideia dos sindicalistas é reassumir o comando da Caerd. O nome indicado é do atual diretor Wilson Lopes, ex-petista que já chegou a ganhar mais de R$ 30 mil da Caerd, mas vive a disposição do sindicato.
A diretoria do Sindur, formada por supostos amigos de longa data do governador Daniel Pereira (PSB), não entende como ele mantém no controle da Caerd a atual presidente Iacira Azamor. O sindicato reputa a ela todos os males da empresa de economia mista, embora Iacira tenha assumido em 2014, ano em que a Caerd já devia R$ 1 bilhão em passivo trabalhista e encargos tributários com a União. O Sindur, enquanto esteve na gestão compartilhada da Caerd no Governo Bianco, preocupou-se em aumentar os salários dos empregados, gerando grande impacto na folha. Hoje, há servidores que ganham três vezes mais que um mesmo funcionário de uma empresa privada para fazer as mesmas funções. A ideia dos sindicalistas é reassumir o comando da Caerd. O nome indicado é do atual diretor Wilson Lopes, ex-petista que já chegou a ganhar mais de R$ 30 mil da Caerd, mas vive a disposição do sindicato.
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