PF desencadeia Operação Potência para cumprir 35 mandados de prisão em Porto Velho e Guajará
A Polícia Federal realiza nesta terça-feira, a Operação Potência, para combater o tráfico internacional de drogas em três estados da Federação: Rondônia, Maranhão e Pará.
Durante as investigações relacionadas à Operação Potência, a Polícia Federal identificou uma organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas com base em Guajará-Mirim e ramificações na capital Porto Velho e em outros estados.
O grupo operava em um sistema de “consórcio de drogas”, que consiste na articulação de vários compradores para adquirirem a cocaína dos fornecedores bolivianos de Guayaramerín, na Bolívia, e realizar a remessa única das substâncias ilícitas para o destino final.
Em Rondônia, a Polícia Federal cumpre mandados nas cidades de Guajará-Mirim e Porto Velho. Além delas, os policiais federais cumprem mandados em Açailândia/MA e Altamira/PA.
Durante as investigações relacionadas à Operação Potência, a Polícia Federal identificou uma organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas com base em Guajará-Mirim e ramificações na capital Porto Velho e em outros estados.
O grupo operava em um sistema de “consórcio de drogas”, que consiste na articulação de vários compradores para adquirirem a cocaína dos fornecedores bolivianos de Guayaramerín, na Bolívia, e realizar a remessa única das substâncias ilícitas para o destino final.
Alguns dos integrantes, residentes em Guajará-Mirim, eram responsáveis pela negociação, travessia e armazenamento da droga, além de construírem os disfarces nos veículos transportadores, sendo que o chefe do esquema era conhecido pelo apelido de “Potência” – surgindo daí o nome da operação.
Os criminosos utilizavam uma ilha no Rio Mamoré como ponto de apoio para introduzir a substância ilícita no Brasil. Após o esconderijo, a cocaína era levada para Porto Velho, de onde o transporte dos entorpecentes era realizado para as regiões de Açailândia, Altamira e Belém/PA.
No período investigado, os integrantes da organização criminosa movimentaram mais de quatro milhões de reais em contas bancárias próprias e de “laranjas”, além de utilizarem várias empresas de fachada para lavagem dos valores obtidos com o tráfico de drogas.
Entre 2015 e 2016 foram realizadas apreensões de drogas da quadrilha, que somaram aproximadamente 95 quilos de cocaína (cloridrato e pasta base), o que acarretou na prisão em flagrante dos envolvidos e apreensão dos veículos utilizados para esconder os entorpecentes.
Os presos, após serem ouvidos na Polícia Federal em Guajará-Mirim, serão encaminhados para presídios estaduais e responderão, perante a Justiça Federal, pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
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