Rondônia, 29 de março de 2026
Geral

“Picuinhas” e portaria do Cremero prejudicam pacientes, denuncia parlamentar

O deputado estadual Alexandre Brito (PTC-Porto Velho) denunciou que uma recente portaria do Conselho Regional de Medicina de Rondônia acabou por complicar ainda mais o atendimento via Sistema Único de Saúde na capital. Segundo ele, além desta norma complicadora da entidade, briguinha política envolvendo as secretarias Municipal e Estadual de Saúde agravam o atendimento da população carente.



Efetivamente, segundo o parlamentar, não existe nenhuma norma do SUS determinando aceitar somente os encaminhamentos médicos que rigorosamente tenham tido atendimento em uma unidade pública de saúde. A medida do Cremero, de acordo com o deputado só veio a complicar ainda mais a situação do paciente carente, que já convivia com os transtornos da briguinha política envolvendo a Secretaria Municipal de Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde, no condenável “jogo de empurra-empurra”.

Segundo ele, muitos médicos atendendo a situações críticas de pacientes, que enfrentam a demora no agendamento de consultas ou realização de exames nas unidades públicas, estavam fazendo este procedimento com o objetivo de não prejudicar ainda mais estas pessoas, mas agora o Cremero por portaria proibiu tais práticas.

Efetivamente, segundo o parlamentar, não existe nenhuma norma do SUS determinando aceitar somente os encaminhamentos médicos que rigorosamente tenham tido atendimento em uma unidade pública de saúde. A medida do Cremero, de acordo com o deputado só veio a complicar ainda mais a situação do paciente carente, que já convivia com os transtornos da briguinha política envolvendo a Secretaria Municipal de Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde, no condenável “jogo de empurra-empurra”.

Alexandre Brito encerrou seu pronunciamento durante sessão ordinária da Assembléia Legislativa, informando que irá encaminhar ofício ao Cremero no sentido de se promover uma reunião envolvendo o Ministério Público, conselhos de saúde, as secretarias de Saúde Estadual e Municipal, bem como, a Comissão de Saúde da ALE, no sentido de se buscar novas alternativas e melhorar o atendimento via SUS em Porto Velho.

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