Por falta de pagamento, médicos paralisam atividades em Guajará-Mirim
Após três anos de inúmeras tentativas para resolver os constantes atrasos nos salários, junto à prefeitura municipal, os médicos decidiram parar as atividades. Segundo Dr. José Rodriguez, os médicos recebem os salários sempre após o dia 20 de cada mês, sendo que outros servidores públicos recebem no dia 10. Ele explica ainda a Lei Municipal aprovada na Câmara de Vereadores não é cumprida. A legislação determina o pagamento de insalubridade de 40% sobre o salário para quem trabalha no hospital.
O salário defasado também é motivo de revolta dos profissionais de saúde. Na capital um plantão de 24 horas custa cerca de R$ 1.500,00. Em Guajará-Mirim o médico recebe apenas R$ 840,00 reais bruto pelo mesmo plantão.
Após três anos de inúmeras tentativas para resolver os constantes atrasos nos salários, junto à prefeitura municipal, os médicos decidiram parar as atividades. Segundo Dr. José Rodriguez, os médicos recebem os salários sempre após o dia 20 de cada mês, sendo que outros servidores públicos recebem no dia 10. Ele explica ainda a Lei Municipal aprovada na Câmara de Vereadores não é cumprida. A legislação determina o pagamento de insalubridade de 40% sobre o salário para quem trabalha no hospital.
O salário defasado também é motivo de revolta dos profissionais de saúde. Na capital um plantão de 24 horas custa cerca de R$ 1.500,00. Em Guajará-Mirim o médico recebe apenas R$ 840,00 reais bruto pelo mesmo plantão.
Outro grave problema motivador da greve dos médicos é a falta de estrutura no Hospital Regional de Guajará-Mirim. Os médicos denunciam que não há aparelho para exames de eletrocardiograma. O centro cirúrgico esta sem lâmpadas e com material instrumental antigo. A maternidade, única de cidade, esta inativa há 5 anos com uma obra que nunca foi concluída. Pacientes mais graves são encaminhados para hospitais de Porto Velho.
Negociação
Foram várias reuniões entre o Sindicato Médico e a Prefeitura de Guajará-Mirim para encontrar uma solução sobre os atrasos de salários, mas nada foi resolvido. Para o presidente do SIMERO, Rodrigo Almeida, falta vontade política das autoridades para resolver o problema. A prefeitura não aceita negociar e é responsável pela situação em que se encontra o setor de saúde naquela cidade, afirmou.
A greve dos médicos de Guajará-Mirim vai continuar por tempo indeterminado.
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