Preço do aço inflaciona custo de construção do porto do Cai NÀgua
A Prefeitura de Porto Velho acionará o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (DNIT) sobre a necessidade de corrigir os custos referentes a compra de aço que constam no convênio firmado entre os dois órgãos para a construção do Porto do Cai NÁgua.
A construção do porto atende a uma antiga reivindicação da população de Porto Velho. O projeto da obra inclui um flutuante principal e outros intermediários e pontes móveis e terminal de passageiros com uma área coberta de 508,27 metros quadrados, onde funcionarão: guichês de atendimento e venda de passagens; área administrativa; Receita Federal; vigilância sanitária/Ibama; Polícia Federal, além de áreas de higiene e alimentação.
Em função da variação do preço do aço, não apareceram empresas para o chamamento feito pela prefeitura para a construção da obra, conforme o processo de licitação. É necessário que esta correção referente ao custo do aço seja feita para que o projeto seja atrativo para as empresas, explicou o prefeito Roberto Sobrinho. Nas obras do porto está prevista a utilização de 919,07 toneladas de aço, sendo que o material é considerado como essencial para o tipo de estrutura exigido na obra.
A construção do porto atende a uma antiga reivindicação da população de Porto Velho. O projeto da obra inclui um flutuante principal e outros intermediários e pontes móveis e terminal de passageiros com uma área coberta de 508,27 metros quadrados, onde funcionarão: guichês de atendimento e venda de passagens; área administrativa; Receita Federal; vigilância sanitária/Ibama; Polícia Federal, além de áreas de higiene e alimentação.
O projeto também prevê a urbanização de uma área aproximada de 9.000 metros quadrados, contemplando: área de apoio ao terminal de passageiros, estacionamento de automóveis, bicicletário, estacionamento de cargas, pátio de manobras e área de armazenagem de cargas.
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