Rondônia, 04 de fevereiro de 2026
Geral

Prefeitura acompanha e apoia abate de jacarés no lago do Cuniã

A prefeitura de Porto Velho apoia e acompanha o abate de jacarés na Reserva Extrativista do Lago do Cuniã, no baixo Madeira. Por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric), foi disponibilizada uma equipe técnica para prestar orientações sobre o abate, manejo, armazenamento e conservação da carne do réptil. Além disso, o Município forneceu duas câmeras frias aos responsáveis pelo serviço.



Bertolin informa que a autorização para matar jacarés foi emitida pelo Ibama devido à superpopulação dos répteis, o que também contribuiu para o controle das espécies. A Ong responsável pela atividade – Cooperativa de Pescadores, Aquicultores, Agricultores e Extrativistas da Resex Cuniã (Coopcuniã) tem que cumprir uma série de exigências feitas pelo órgão federal para não causar a extinção dos animais.

Liderada pelo veterinário José Eduardo, a equipe da Semagric acompanha cada passo da atividade, prestando orientações aos trabalhadores para atestar a qualidade do produto, que ao final recebe o certificado do Serviço de Inspeção Municipal (SIM). O documento comprova que todas as regras de higiene foram obedecidas como no abate de qualquer outro animal.

Bertolin informa que a autorização para matar jacarés foi emitida pelo Ibama devido à superpopulação dos répteis, o que também contribuiu para o controle das espécies. A Ong responsável pela atividade – Cooperativa de Pescadores, Aquicultores, Agricultores e Extrativistas da Resex Cuniã (Coopcuniã) tem que cumprir uma série de exigências feitas pelo órgão federal para não causar a extinção dos animais.

Uma das exigências é quanto ao tamanho e o peso do jacaré a ser abatido. O tamanho varia entre 1,80 a 2,98 metros e o peso deve ser entre 20 e 170 quilos. “No momento da captura todos são medidos e pesados. Só podem ser mortos os que estiverem no tamanho e peso ideal”, explica o secretário da Semagric. Bertolim acrescenta que antes de ser encaminhado ao matadouro cada réptil passa por um processo rigoroso de higienização da pele. Os cuidados continuam até que a carne seja embalada e transportada para a rede de supermercado incumbida de fazer a comercialização.

Outro ponto importante, segundo Leonel Bertolim, é que a cooperativa contrata mão de obra da própria comunidade, gerando emprego e renda para a população.

SIGA-NOS NO

Veja Também

Clínica de Bem-Estar Animal tem horários especiais no Carnaval

OAB Rondônia garante medidas cautelares para proteger advogada ameaçada durante exercício profissional

Comandante-Geral da PM visita presidente do TRE-RO para tratar da segurança das eleições 2026

Energisa orienta sobre ligações provisórias de energia durante blocos de Carnaval