Rondônia, 09 de abril de 2026
Geral

Presidência promete ajudar Amazonas e Acre com os haitianos, mas esquece Rondônia

Release distribuído pela Secretaria da Presidência da República informou a decisão tomada pela presidente da República junto com quatro ministros em ajudar os governos dos estados do Amazonas e Acre com a entrada de haitianos, mas esqueceu completamente Rondônia, que é o destino final dessas pessoas em busca de emprego.



Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, dos 4 mil haitianos que entraram ilegalmente no Brasil, 1,6 mil já estão com a situação regularizada. Os ministérios da Saúde, da Integração Nacional, do Desenvolvimento Social e do Trabalho vão apoiar os governos do Acre e do Amazonas nas ações voltadas às pessoas com visto de permanência. “O governo brasileiro não ficará indiferente à situação de vulnerabilidade econômica dos haitianos. Mas quem não tiver visto não poderá entrar no Brasil”, alertou Cardozo.

Por mês, podem ser concedidos 100 vistos condicionados com prazo máximo de cinco anos. A resolução deve ser apreciada pelo Conselho na próxima quinta-feira.

Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, dos 4 mil haitianos que entraram ilegalmente no Brasil, 1,6 mil já estão com a situação regularizada. Os ministérios da Saúde, da Integração Nacional, do Desenvolvimento Social e do Trabalho vão apoiar os governos do Acre e do Amazonas nas ações voltadas às pessoas com visto de permanência. “O governo brasileiro não ficará indiferente à situação de vulnerabilidade econômica dos haitianos. Mas quem não tiver visto não poderá entrar no Brasil”, alertou Cardozo.

Ele explicou que o governo brasileiro vai reforçar a fiscalização nas fronteiras e pretende discutir a entrada ilegal de haitianos no Brasil com os governos do Peru, Bolívia e Equador. “Temos que atacar essa rota ilícita de imigração e a ação dos coiotes”, disse o ministro.

Também participaram da reunião com a presidenta Dilma a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, e o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota

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