Rondônia, 16 de março de 2026
Geral

Presidente do Sindsaúde esclarece criação de Associação Recreativa

O presidente do Sindsaúde, Caio Marin, reagiu com indignação à matéria publicada em um site da capital neste final de semana sobre a criação da Associação Recreativa dos Servidores da Saúde. Segundo ele, a Associação terá apenas a função de administrar o patrimônio do Sindicato, mas o SINDSAÚDE continua com todo o controle sobre esse patrimônio.


Caio Marin disse que a origem desses comentários partiu de ex-gestores do SINDSAÚDE, da gestão anterior, que quase quebraram o sindicato. Segundo ele, a criação da Associação Recreativa pelo SINDSAÚDE, é bem diferente, inclusive em seus objetivos, do SINDSAÚDE Assistência Médica (SIAME), criada pelo ex-presidente Silas Neiva e que acabou indo parar numa entidade que nada tem a ver com os trabalhadores da Saúde.
“Eles tentam medir nosso trabalho pelo que eles fizeram no passado. A Gestão anterior sim, agiu de má-fé, ao criar o SIAME e logo depois transferiu todo o patrimônio do Plano de Saúde para a ASPER, numa jogada fraudulenta orquestrada pelo ex-presidente Silas Neiva e seus diretores Vera Molino, Gabriel Florindo, Sérgio Rosseti, e Sônia Davis. Hoje, estamos tentando recuperar judicialmente esse patrimônio, além de R$ 2, 3 milhões desviados do SINDSAÚDE na gestão anterior”, denunciou.
Caio Marin disse ainda que os ex-gestores não tem moral nenhuma, inclusive de fazer valores em relação à atual gestão, primeiro porque foram expulsos do quadro de filiados e ainda por outras situações até hoje mal explicadas como o Acordo do Plano Bresser que tirou dos servidores estaduais da saúde R$ 150 milhões, em uma negociata envolvendo advogados, PGE e sindicalistas até hoje contestada no Conselho Nacional de Justiça.
SIAME
Caio Marin disse que a origem desses comentários partiu de ex-gestores do SINDSAÚDE, da gestão anterior, que quase quebraram o sindicato. Segundo ele, a criação da Associação Recreativa pelo SINDSAÚDE, é bem diferente, inclusive em seus objetivos, do SINDSAÚDE Assistência Médica (SIAME), criada pelo ex-presidente Silas Neiva e que acabou indo parar numa entidade que nada tem a ver com os trabalhadores da Saúde.
“Eles tentam medir nosso trabalho pelo que eles fizeram no passado. A Gestão anterior sim, agiu de má-fé, ao criar o SIAME e logo depois transferiu todo o patrimônio do Plano de Saúde para a ASPER, numa jogada fraudulenta orquestrada pelo ex-presidente Silas Neiva e seus diretores Vera Molino, Gabriel Florindo, Sérgio Rosseti, e Sônia Davis. Hoje, estamos tentando recuperar judicialmente esse patrimônio, além de R$ 2, 3 milhões desviados do SINDSAÚDE na gestão anterior”, denunciou.
Caio Marin disse ainda que os ex-gestores não tem moral nenhuma, inclusive de fazer valores em relação à atual gestão, primeiro porque foram expulsos do quadro de filiados e ainda por outras situações até hoje mal explicadas como o Acordo do Plano Bresser que tirou dos servidores estaduais da saúde R$ 150 milhões, em uma negociata envolvendo advogados, PGE e sindicalistas até hoje contestada no Conselho Nacional de Justiça.
“O servidor da saúde pode ficar tranquilo quanto à associação que só foi criada para beneficiar a categoria. Qualquer dúvida o filiado pode procurar o SINDSAÚDE e se informar. Continuamos com o nosso compromisso de uma administração transparente e continuar desenvolvendo o sindicato”, finalizou.
Confira como foi o acordo feito por Silas onde os filiados do Sindsaúde perderam mais da metade do que iriam receber no plano Bresser totalizando valor superior a R$ 150 milhões.

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