Presidente do Sinjur recua, culpa imprensa e diz que matérias fomentam o conflito
O presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinjur), Israel Borges, recuou no tom crítico a manifestação de funcionários contra sua posição no caso do novo horário do Tribunal de Justiça. E mais uma vez, como sempre acontece em situações desse nível, culpou a imprensa por fomentar o conflito. O RONDONIAGORA explica que não aumentou em exatamente nada as colocações e provocações de Israel a seus filiados e mantém tudo o que foi veiculado. Veja a nota do Sinjur:
Para evitar esta chuva de manifestações sobre o horário de funcionamento do Judiciário a Direção do SINJUR publicará nota de esclarecimento sobre o assunto, pois as ações do sindicato têm sido transparentes através de estudo divulgado integralmente no site do sindicato deixando claro que o que defendemos é o estabelecimento de carga horária de 6 horas ininterruptas, o que difere do horário de expediente estabelecido de 7 às 14 horas através de Resolução do Pleno, informou o presidente do SINJUR ao Des. Cássio Guedes.
Ontem pela manhã (29/07) o Presidente do SINJUR Israel Borges manteve contato com o Des. Cássio Guedes e discorreu sobre o posicionamento do sindicato quanto ao horário de expediente do Poder Judiciário e a carga horária dos servidores, em decorrência das diversas matérias veiculadas na imprensa.
Para evitar esta chuva de manifestações sobre o horário de funcionamento do Judiciário a Direção do SINJUR publicará nota de esclarecimento sobre o assunto, pois as ações do sindicato têm sido transparentes através de estudo divulgado integralmente no site do sindicato deixando claro que o que defendemos é o estabelecimento de carga horária de 6 horas ininterruptas, o que difere do horário de expediente estabelecido de 7 às 14 horas através de Resolução do Pleno, informou o presidente do SINJUR ao Des. Cássio Guedes.
Mais uma vez declaramos nosso respeito à opinião de alguns de nossos filiados em divergir de nossas posições, no entanto, isso não lhes dá o direito de utilizar palavras que ofendam a honra das pessoas como ocorreu na nota divulgada em site de notícia subscrita por um grupo de servidores, pois ao presidente, que tornou esta entidade sindical respeitada a níveis estadual e nacional, não comporta no seu ilibado currículo, os adjetivos ali trazidos, declarou Sônia Oliveira, Diretora de Finanças.
Vale esclarecer que a forma como as matérias são divulgadas não traduzem nossas idéias e pensamentos, ao invés disso, buscam muitas vezes fomentar o conflito, o que não é o pensamento da Diretoria deste sindicato, que ainda no dia da votação do Pleno sobre o horário prestou os devidos esclarecimentos aos presentes que questionavam a manifestação do sindicato quanto à carga horária de 7 horas ininterruptas, para que não se fizesse confusão quanto ao que é horário de funcionamento do Poder Judiciário e a carga horária dos servidores que não pode ultrapassar 6 horas ininterruptas, sendo esta última a bandeira de luta do sindicato, completou Marilete Brito, Diretora de Comunicação.
Tanto é verdade que a proposta do sindicato ganhou o apoio de vários desembargadores naquela sessão de segunda, 26/07, no entanto, prevaleceu o entendimento da Presidência do TJ de que deve se cumprir a Resolução 88 do CNJ que estabelece carga horária mínima de 7 ininterruptas, tendo sido acompanhado pela maioria, finalizou Jussara Dias, Diretora Administrativa.
Veja Também
Governo lança portal com condições do trânsito em tempo real nas principais vias de Rondônia
Casa construída há mais de 15 anos em Área de Preservação Permanente é demolida na capital
Taxa de abandono escolar cai em Rondônia
Sindsef/RO convoca servidores transpostos para reunião nesta quarta-feira em Porto Velho