SERVIDORES EXIGEM NO MÍNIMO CUMPRIMENTO DE ACORDOS JÁ FIRMADOS E NÃO DESCARTAM GREVE

Na sexta, o manifesto chega ao terceiro e último dia, com a concentração marcada para acontecer na praça do Palácio Presidente Vargas.
Segundo Nereu Klosinsky, do Sindicato da Educação, a coordenação do movimento está aberta para novas negociações com o Governo, mas os sindicalistas não aceitam negociar pautas já firmadas, como o repasse das perdas salarias, por exemplo, que somam hoje 13% de aumento sobre o salário dos trabalhadores.
Na sexta, o manifesto chega ao terceiro e último dia, com a concentração marcada para acontecer na praça do Palácio Presidente Vargas.
Segundo Nereu Klosinsky, do Sindicato da Educação, a coordenação do movimento está aberta para novas negociações com o Governo, mas os sindicalistas não aceitam negociar pautas já firmadas, como o repasse das perdas salarias, por exemplo, que somam hoje 13% de aumento sobre o salário dos trabalhadores.
O Sintero informou no final da manhã que durante a manifestação desta quinta-feira já foi uma deliberação previa de que se o Governo não se pronunciar oficialmente sobre o cumprimento dos acordos já firmados, os sindicatos podem entrar em greve por tempo indeterminado.
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