Sesau alerta população e cria comitê de enfrentamento da dengue
Com a chegada do inverno amazônico e as conseqüências que a dengue tem provocado neste início de período de maior atividade do seu transmissor, o mosquito Aedes Aegypti, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Saúde (Sesau-RO) promoveu, em caráter de urgência, uma reunião envolvendo técnicos do Laboratório Central (Lacen), Agência de Vigilância em Saúde (Agevisa), Hospital Infantil Cosme e Damião, Centro de Pesquisa em Doenças Tropicais (Cepem) e a Coordenadoria do Programa Nacional do Controle da Dengue do Ministério da Saúde (MS), para discutir e traçar estratégias para o funcionamento do Comitê de enfrentamento ao controle da dengue.
Foram confirmados 48 casos graves da doença em todo o Estado, com dois óbitos por dengue hemorrágica. A população tem que se conscientizar que a dengue mata, alerta Milton Moreira, informando que o Estado está assessorando e supervisionando as ações que os municípios estão executando no combate à dengue.
De acordo com o secretário Milton Moreira, a conscientização dos moradores é fundamental no combate à doença. Ele destacou que o Estado está em dia com as ações preventivas, como a capacitação de servidores e o apoio aos municípios quando necessário, tanto no deslocamento de pessoas quanto na parte material. Recentemente a Sesau repassou às prefeituras 40 bombas residuais, além de disponibilizar 10 carros do tipo fumacê, que estão trabalhando em várias localidades. Mas é preciso a união de forças e a população tem papel fundamental nesta ação, informou.
Foram confirmados 48 casos graves da doença em todo o Estado, com dois óbitos por dengue hemorrágica. A população tem que se conscientizar que a dengue mata, alerta Milton Moreira, informando que o Estado está assessorando e supervisionando as ações que os municípios estão executando no combate à dengue.
O secretária explica ainda que cabem aos municípios as ações de controle de vetores da doença, isto é, a eliminação de focos, as ações de mobilização social, limpeza urbana e de vigilância epidemiológica. Caso seja constatada a insuficiência técnica e operacional dos municípios em controlar a dengue, o Estado faz intervenção e trabalha de forma integrada com os municípios, promovendo ainda a capacitação entre todos os setores. Os municípios têm que dar os primeiros atendimentos aos pacientes e fazer as ações preventivas, alertando, sobretudo, à população sobre os cuidados necessários.
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