Rondônia, 02 de julho de 2026
Geral

SINDAFISCO entra na luta contra a PLP 257/2016

Em resposta ao chamamento da FENAFISCO - Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, o SINDAFISCO - Sindicato dos Auditores Fiscais de Tributos Estaduais do Estado de Rondônia entrou na luta contra a PLP 257/2016, que, sob o manto da renegociação das dívidas dos Estados e Municípios, impõe graves prejuízos aos servidores públicos e, principalmente, à sociedade, destinatária dos serviços por eles prestados.

Com isso, a 176ª Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo da FENAFISCO, que seria realizada nos dias 9, 10 e 11 de agosto em Porto Velho, foi adiada para o mês de setembro. "A Fenafisco convocou todos os sindicatos e servidores públicos para fazer pressão contra a PLP 257/2016, que acontecerá na próxima semana. Isso trará um enorme prejuízo para toda a população, principalmente para os servidores públicos, que mais uma vez terão que arcar com os prejuízos da má administração do Governo Federal. Por isso, estou viajando para Brasília para acompanhar a votação, onde uniremos forças com outras entidades classistas com o fito de combater o Projeto de Lei, notadamente no que pertine aos certos danos aos servidores públicos estaduais. O nosso foco agora é esse, então a reunião foi adiada e vamos para Brasília, lutar pelos direitos dos servidores", relatou o presidente do Sindafisco, Mauro Bianchin.

“É necessário o equilíbrio das contas públicas, mas que existem medidas mais efetivas e eficazes na garantia dos recursos necessários para a sustentabilidade, como a Justiça Fiscal através de uma tributação progressiva, o combate a sonegação, a recuperação dos valores das Dividas Ativas Tributárias e a redução das Renúncias Tributárias, que permitam a garantia de recursos sem a redução dos serviços públicos ou a retirada de direitos garantidos pela Constituição da República. Vamos lutar contra essa PLP 257/2016. A sociedade brasileira precisa discutir e entender as reais razões da situação atual e as melhores soluções a serem adotadas, porque será ela a sofrer as consequências presentes e futuras”, reforçou Mauro Bianchin.

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