Sindsaúde inicia discussão sobre PCCS dos servidores da Agevisa

Caio disse que o Sindsaúde não teve como fazer parte da equipe que vai elaborar o PCCS, já que o trabalho será de competência de uma empresa terceirizada. No entanto, o sindicato pretende intervir, se necessário, caso o PCCS não contemple o direito adquirido dos servidores progressões, tempo de serviço, insalubridade, e vantagens pessoais, dentre outras. Caio disse que, à primeira vista, vários pontos do PCCS precisam ser revistos.
Uma das primeiras coisas será a lotação definitiva desses servidores na Agevisa, que até hoje são cedidos da Secretaria de Saúde. Isso é pertinente porque, caso eles sejam removidos para outras secretarias, eles já perdem seus direitos do PCCS porque irão sair da Agência. Isso os torna vulneráveis à boa vontade de suas chefias imediatas. É uma situação perigosa que poderá colocar servidores à mercê de seus chefes, comentou.
A saída apontada, segundo Caio, é que o Sindsaúde, após a conclusão da Minuta do PCCS, faça uma revisão técnica-jurídica do Plano e proponha mudanças que venham melhorar a vida do servidor da Agevisa. Ele lembra que a proposta do sindicato é apenas uma contribuição técnica, lembrando que a Agência atualmente possui autonomia orçamentária e financeira. Caio disse que também irá acompanhar os trabalhos afim de que a conclusão do PCCS seja rápida para que a proposta seja enviada à votação no Legislativo até o final do ano.
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