Rondônia, 13 de agosto de 2026
Geral

Sindsef pressiona Ministério do Planejamento para pagamento da GEAD

Em audiência no Ministério do Planejamento com o secretário Executivo, Sérgio Mendonça, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Rondônia (Sindsef), Daniel Pereira, juntamente com representantes sindicais do Amapá, pressionou no sentido de agilizar o mais rápido possível o pagamento da gratificação aos professores federais, denominada GEAD, uma vez que já houve ampla negociação entre as entidades sindicais e o governo.



Entenda o caso

Segundo o sindicalista o impasse apareceu na hora da realização dos novos cálculos. Parecer jurídico do Ministério do Planejamento não reconhece o direito à Gead aos professores que não possuem curso superior.

Entenda o caso

A Gratificação Especial de Atividade Docente (Gead) foi criada em 2004. O sindicato entrou na justiça em fevereiro de 2005, com decisão favorável aos servidores que só aconteceu em outubro do mesmo ano. Com isso, todos os servidores receberam a incorporação desse benefício por decisão judicial e recebem a outra gratificação que substituiu a Gead.

Para Daniel Pereira, a Advocacia Geral da União (AGU) e o Ministério do Planejamento estão criando dificuldades para pagar esse direito aos servidores. Na audiência, Sérgio Mendonça pediu prazo de 15 dias para analisar o problema juntamente com sua equipe e na sua avaliação, todos os servidores têm direito ao recebimento desse benefício. Os sindicalistas presentes, de Rondônia e Amapá, disseram aos assessores do MOG que não pode haver discriminação com os professores e a separação entre os portadores de diploma ou não fere o Princípio da Isonomia, afinal todos são professores, independente do nível de escolaridade.

SIGA-NOS NO

Veja Também

Multivacinação segue nas unidades de saúde com foco na atualização da caderneta

Maioria do Supremo decide validar Moratória da Soja

Aluguel de balsa para garantir travessia do córrego Jacu da Vala já consumiu R$ 10 milhões do Governo

Hospitais mantém piso de farmacêuticos congelados há 5 anos com perdas de 30,95%