Sindsef/RO analisa critérios da Lei 15.395/2026 para o reposicionamento de professores pioneiros

Na manhã desta quarta-feira (29), na Sede Administrativa, ocorreu uma reunião de trabalho com a presença dos diretores do Sindsef/RO: Francisco Torres (Pimpolho), Flávia Hiromi, Maria José (Mazé), Iracema Sena e Janete Nascimento, além da participação especializada de Josineide Flores, representando a Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD), e do advogado Denyvaldo Júnior, representante do Escritório Fonseca e Assis.
O foco central foi a análise minuciosa da recém-publicada Lei nº 15.395, de 27 de abril de 2026 , que abre novos caminhos para a progressão funcional e o reposicionamento de professores que dedicaram décadas à educação nos ex-Territórios Federais. O grupo concentrou seus estudos no Artigo 25 da referida lei, que autoriza o reposicionamento de classe e nível para professores do quadro em extinção da União oriundos de Rondônia, Amapá e Roraima, utilizando como critério principal o tempo de efetivo exercício no magistério.
Durante o debate, o corpo jurídico e a diretoria do sindicato buscaram compreender como a lei será operacionalizada, pois um dos pontos destacados foi a diferença nos critérios de tempo: enquanto alguns docentes terão direito a um nível para cada 24 meses de serviço , aqueles enquadrados na Carreira do Magistério do Ensino Básico dos ex-Territórios poderão avançar um nível para cada 18 meses trabalhados.
A complexidade da nova legislação exige um olhar atento, especialmente porque o reposicionamento começa a ser contado a partir do Nível I da Classe Inicial. Além disso, a diretoria ressaltou que o benefício não se restringe apenas aos profissionais que ainda estão na ativa; ele se estende também aos aposentados e pensionistas que possuem direito à paridade salarial, garantindo que o reconhecimento do tempo de serviço chegue a quem já concluiu sua jornada laboral.
Veja Também
Médico demitido após cobrar paciente do SUS por cirurgia vira alvo de ação por improbidade
Estoques de sangue estão em situação crítica em Rondônia; maior necessidade é por O+ e O−
TJRO manda soltar acadêmica que admitiu ter bebido e foi para casa após acidente com morte
Corre Contábil reúne esporte e solidariedade em Porto Velho, Ariquemes e Ji-Paraná