SRTE exigiu plano de segurança para liberar o transporte dos trabalhadores de Jirau
Em mediação realizada nesta quinta-feira na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), durante reunião que durou mais de 3 horas, que contou com a presença do procurador do trabalho Bernardo Schuch, coordenada pela equipe de auditores fiscais do trabalho do órgão, com as empresas Camargo Correa, Enesa, JMalucelli, responsáveis pela obra da Usina de Jirau; além da Santo Antônio Energia e dos Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Rodoviário (SINTTRAR), Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil (STICCERO) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), foi debatida a situação da interdição do transporte de trabalhadores, entre Porto Velho e o canteiro de obras, decretada nesta quarta-feira (12) pelos auditores.
Além disso está sendo colocada uma barreira de pedras na margem esquerda da BR, sentido Jaci-Paraná, que deverá ser concluída no próximo sábado, com o objetivo de reduzir a velocidade da água sobre a pista e diminuir a erosão. Também haverá redução na quantidade de trabalhadores transportados em cada ônibus. Depois de um longo debate e impasse sobre os documentos que seriam necessários ser apresentados diariamente para a equipe de auditores fiscais da SRTE, as empresas concordaram em entregar relatórios técnicos detalhados de todas as medidas implementadas, bem como das inspeções diárias sobre a integridade da pista. Na manhã desta sexta-feira (14) os auditores vão realizar uma nova vistoria no local e os primeiros documentos deverão ser entregues até às 16h00 na SRTE. Após isso, os auditores decidirão se suspendem a interdição de imediato ou exigirão novas medidas.
O plano de ação contempla as seguintes medidas: estruturar comboio para travessia da área alagada; estabelecer que o horário de travessia só será durante o dia; implantar rotina de inspeção de verificação da integridade da pista, incluindo mergulhadores para avaliar eventuais pontos de erosão na base submersa da via; realizar campanha para incentivar os colaboradores da obra a não se deslocar para a Capital; eliminar a viagem das quartas-feiras, ficando apenas a de sexta-feira para Porto Velho e retorno na segunda-feira; estabelecer rotina de colocação de rachão (sub-produto de brita) para operação tapa buraco no trecho alagado; posicionamento de balisadores para demarcar as margens da BR; melhorias da sinalização nas áreas alagadas; além disso será mantida uma equipe de plantão com equipamentos para qualquer reparo emergencial que for necessário.
Além disso está sendo colocada uma barreira de pedras na margem esquerda da BR, sentido Jaci-Paraná, que deverá ser concluída no próximo sábado, com o objetivo de reduzir a velocidade da água sobre a pista e diminuir a erosão. Também haverá redução na quantidade de trabalhadores transportados em cada ônibus. Depois de um longo debate e impasse sobre os documentos que seriam necessários ser apresentados diariamente para a equipe de auditores fiscais da SRTE, as empresas concordaram em entregar relatórios técnicos detalhados de todas as medidas implementadas, bem como das inspeções diárias sobre a integridade da pista. Na manhã desta sexta-feira (14) os auditores vão realizar uma nova vistoria no local e os primeiros documentos deverão ser entregues até às 16h00 na SRTE. Após isso, os auditores decidirão se suspendem a interdição de imediato ou exigirão novas medidas.
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