Rondônia, 03 de fevereiro de 2026
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Testemunha acusa réus por mortes no Urso Branco

Segue a sessão de julgamento de três acusados por 12 mortes no presídio Urso Branco, ocorridas em abril de 2004. Após o intervalo para o almoço, os trabalhos foram retomados com o interrogatório de testemunhas, sob a presidência do juiz de Direito Ênio Salvador Vaz. O júri começou nesta segunda-feira, 19, no Fórum Criminal de Porto Velho, no centro da cidade.



Estrutura

Segundo a testemunha, em 2004, o presídio, com capacidade para 360 detentos, abrigava mais de 1.200. A sua saída da direção seria uma das reivindicações dos presos durante a rebelião, por conta, segundo ele, de seu rigor quanto à entrada de drogas e à prostituição no interior da unidade. De acordo com o ex-diretor, os presos eram escolhidos entre os demais, amarrados e içados por uma corda até o local da barbárie, de onde os corpos foram jogados de uma altura de cerca de 15 metros.

Estrutura

O Comitê de Segurança do TJRO montou um esquema especial que envolve diversos grupamentos da Polícia Militar. Além disso, o Tribunal de Justiça transmite as sessões de julgamento pela internet e auxilia o trabalho de jornalistas, a exemplo de 2010, no julgamento por outro massacre naquele mesmo presídio. O TJRO foi o primeiro tribunal do Brasil a realizar a transmissão ao vivo de uma sessão de júri popular pela internet. O público pode acessar o link para ver o julgamento na página www.tjro.jus.br, além de acessar a página especial do Caso Urso Branco, sítio em que estão disponibilizadas também as matérias jornalísticas em inglês e espanhol.

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