TJ garante que sistema processual melhora em Jaru
Após paralisação intermitente de transmissão de dados ocorrida entre os dias 14 e 20 de agosto e a realização de um diagnóstico sobre o funcionamento do Processo Judicial Digital - Projudi - na comarca de Jaru, o sistema melhorou gradualmente. Na última semana, equipe do TJRO, formada pelo juiz titular do 4º Juizado Especial Cível da Comarca de Porto Velho, Guilherme Ribeiro Baldan e por analistas de sistemas do TJ, Aloisio Spadeto e Angela Carmem Carvalho, esteve em Jaru para analisar as falhas detectadas por promotores e advogados, que pediram a suspensão provisória do Projudi na comarca, alegando falta de estrutura técnica.
Para Angela Carmem, não há um problema único a ser solucionado em implantações desse porte, mas variados problemas com soluções distintas, que foram adequadamente adotadas. "O software é consistente e estável, mas depende de treinamento eficaz, link's estáveis de comunicação de dados,infraestrutura lógica e elétrica, capacitação adequada de advogados, membros do Ministério Público e magistrados, além de computadores de advogados e promotores que atendam às especificações técnicas mínimas necessárias. O MP está bem equipado, os advogados querem aprender e os juizes se entusiasmam com a idéia de celeridade na entrega dos julgamentos. Isso é o que importa."
O juiz da 2ª Vara Cível de Jaru, Elsi Antônio Dalla Riva, explicou que após a visita da equipe houve um aumento satisfatório na aceitação do Projudi. Grande parte dos problemas foi solucionada. Em alguns pontos ainda temos dificuldades, mas o sistema está funcionando normalmente nos gabinetes dos juízes, na distribuição e na parte criminal. Acreditamos no Projudi e as expectativas são boas, porque buscamos uma justiça mais célere e não vamos medir esforços para que tudo seja solucionado e possamos aproveitar em 100% as vantagens oferecidas pelo sistema".
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