Rondônia, 04 de março de 2026
Geral

Trabalhadores em educação de Porto Velho decidem paralisar atividades

Em assembleia realizada na tarde de terça-feira (02/04), os trabalhadores em educação do município de Porto Velho decidiram paralisar as atividades por três dias, nos dias 23, 24 e 25 de abril.

Os educadores reclamam que tanto o prefeito quanto os secretários que participam das reuniões não demonstram boa vontade para atender ás reivindicações.

Os trabalhadores em educação aprovaram uma autorização para que o Sintero contrate um técnico com a finalidade de acompanhar a evolução da folha de pagamento da Secretaria Municipal de Educação em relação à arrecadação da Prefeitura. Assim a direção do sindicato e a comissão de negociação terá condições de cobrar um percentual de reajuste salarial de acordo com as possibilidades.

Os educadores reclamam que tanto o prefeito quanto os secretários que participam das reuniões não demonstram boa vontade para atender ás reivindicações.

Os trabalhadores em educação aprovaram uma autorização para que o Sintero contrate um técnico com a finalidade de acompanhar a evolução da folha de pagamento da Secretaria Municipal de Educação em relação à arrecadação da Prefeitura. Assim a direção do sindicato e a comissão de negociação terá condições de cobrar um percentual de reajuste salarial de acordo com as possibilidades.

Ao aprovarem a paralisação de três dias os trabalhadores em educação deixaram bem claro que trata-se de um alerta à Prefeitura, e que se não houver avanço nas negociações, a categoria pode entrar em greve por tempo indeterminado.

O presidente do Sintero, Manoel Rodrigues, disse que a categoria está unida e determinada a fazer em Porto Velho um dos maiores movimento pela valorização dos trabalhadores em educação. “Os trabalhadores em educação precisam de salário justo e condições adequadas para desenvolverem as suas atividades. Sem essas condições mínimas não há como falar em melhoria da qualidade de ensino”, disse.
“Como é que o professor ou o técnico administrativo pode desenvolver o seu trabalho com qualidade sem ter as condições de que necessita para sobreviver. Os salários estão defasados pois não estão acompanhando a evolução do custo de vida, e as condições de trabalho não são boas”, finalizou Manoelzinho.

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