TRABALHADORES NA EDUCAÇÃO DECIDEM ENTRAR EM GREVE POR TEMPO INDETERMINADO A PARTIR DE TERÇA-FEIRA
Assembleias realizadas no final da tarde desta quarta-feira em 11 regionais do Sintero decidiram pela paralisação geral dos trabalhadores estaduais da Educação a partir da próxima terça-feira. A decisão pela greve foi tomada por unanimidade, a começar pela Capital, que antes das 18 horas já havia rejeitado o pedido de trégua do Governo. A greve já era esperada até mesmo por representantes do Poder Executivo. O Governo foi claro ao afirmar que não irá conceder nem mesmo a reposição de perdas salariais, limitando-se a explicar que não tem recursos e que ampliou benefícios da categoria.
Na terça-feira, a direção do Sintero foi recebida pelo Governo com a resposta a pauta de reivindicação, destacando-se a reposição de perdas salariais, a implantação correta do plano de carreira, principalmente no que trata da mudança de classe dos professores e implantação das gratificações dos técnicos administrativos, além da retomada do pagamento da licença prêmio em pecúnia. Os trabalhadores em educação também cobram a regulamentação da lei estadual dos precatórios, que depende de uma atuação isenta da PGE.
O Governo relata que as crises econômicas europeia e mundial afetaram a economia local causando uma redução na arrecadação de recursos. Cita ainda a desaceleração das obras das usinas hidrelétricas do Rio Madeira que causaram um impacto negativo nas receitas.
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