Rondônia, 22 de março de 2026
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Vídeo: Defesa Civil vistoria trecho com rachaduras na Estrada do Belmont, em Porto Velho

Agentes da Defesa Civil vistoriaram, na manhã desta quinta-feira (13), o trecho da Estrada do Belmont, Bairro Nacional, em Porto Velho, que voltou a apresentar rachaduras. O local começou a desmoronar em 2017, mas o problema tinha sido resolvido no ano passado pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagens (DER). Agora, parte do muro de contenção que foi feito com pedaços de rochas cedeu.

O coordenador da Defesa Civil, Marcelo Santos, informou que sua equipe esteve no local há alguns dias fazendo o monitoramento da área. “Nós encaminhamos o laudo para o DER relatando toda a situação que se encontra no local. Lembrando que essa obra foi feita por eles, e por sinal muito bem-feita, porque se não fosse um trabalho de boa qualidade, com a chuva que caiu na cidade durante a cheia, essa estrada poderia está interditada”, explicou Marcelo Santos.

Segundo o coordenador, a redução repentina do nível do Rio Madeira pode ser um dos motivos para o desmoronamento. “Com a descida do rio aconteceram essas rachaduras as margens da estrada. Quando o nível ultrapassou os 17 metros a água transbordou e invadiu a rua e logo depois começou a baixa e isso fez com que parte do muro de contenção desmoronasse”, disse.

Marcelo Santos enfatiza que a obra que foi feita no local precisa de um reparo para evitar que o desmoronamento aumente. “Esse reparo precisa ser feito e o local com problemas precisa ser sinalizado principalmente por causa do período noturno, já que a visibilidade de quem passa no local reduz. Placas luminosas para indicar onde tem rachaduras precisam ser colocadas no local”, enfatizou.

A Defesa Civil orienta os caminhoneiros e motoristas de veículos pequenos a não estacionarem nos locais onde apresentam rachaduras por causa dessas erosões. “Por motivo de segurança a gente pede a colaboração de todos para evitar algum tipo de acidente. Estacionar veículo pesado no local que apresenta desmoronamento é muito perigoso”, orientou o coordenador.

Se erosão continuar avançando e não for feito o serviço de reparo, a Defesa Civil pode interditar parcialmente o local ou interditar totalmente a estrada. “É preciso que fazer o serviço o mais rápido possível para que o trânsito de veículos continue ocorrendo normalmente e não seja interditado de alguma forma”, finalizou Marcelo Santos.

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