Rondônia, 03 de fevereiro de 2026
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Vídeo: Trecho da Estrada do Belmont continua desmoronando

O trecho da Estrada do Belmont, no Bairro Nacional, em Porto Velho, onde foi realizada obra de enrocamento com pedaços de rochas continua desmoronando e apresentando novas rachaduras. O local começou a desmoronar em 2017, mas o problema tinha sido resolvido no ano passado pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagens (DER).



Para o coordenador, a redução repentina do nível do Rio Madeira pode ser um dos motivos para o desmoronamento. “Com a descida do rio aconteceram essas rachaduras as margens da estrada. Quando o nível ultrapassou os 17 metros a água transbordou e invadiu a rua e logo depois começou a baixa e isso fez com que parte do muro de contenção desmoronasse”, disse Marcelo Santos.

A equipe de jornalismo retornou ao local nesta quarta-feira (24), e constatou que continua desmoronando e as rachaduras aumentaram. Fitas sinalizadoras foram colocadas para orientar quem passa pela região, mas foram retiradas indevidamente. “Nós colocamos fitas de sinalização para alertar sobre o perigo, mas alguém retirou sem nossa permissão. Essa sinalização é para a população que passa pelo local que muitas vezes não sabe do problema, e acaba passando muito perto de onde está desmoronando ou até mesmo estacionando veículos”, disse o coordenador da Defesa Civil, Marcelo Santos.

Para o coordenador, a redução repentina do nível do Rio Madeira pode ser um dos motivos para o desmoronamento. “Com a descida do rio aconteceram essas rachaduras as margens da estrada. Quando o nível ultrapassou os 17 metros a água transbordou e invadiu a rua e logo depois começou a baixa e isso fez com que parte do muro de contenção desmoronasse”, disse Marcelo Santos.

A Defesa Civil orienta os caminhoneiros e motoristas de veículos pequenos a não estacionarem nos locais com rachaduras por causa dessas erosões. “Por motivo de segurança a gente pede a colaboração de todos para evitar algum tipo de acidente. Estacionar veículo pesado no local que apresenta desmoronamento é muito perigoso”, orientou o coordenador.

Se erosão continuar avançando e não for feito o serviço de reparo, a Defesa Civil pode interditar parcialmente o local ou interditar totalmente a estrada. “É preciso que fazer o serviço o mais rápido possível para que o trânsito de veículos continue ocorrendo normalmente e não seja interditado de alguma forma”, finalizou Marcelo Santos

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