Ibama vê impactos positivos e negativos em mudança de Jirau
O ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) revelou nesta segunda-feira que o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) identificou quatro pontos positivos e um negativo na mudança do local de construção da usina de Jirau, no rio Madeira. O consórcio vencedor da usina, liderado pela francesa Suez, propôs mudar em 9 quilômetros a localização da usina.
Minc evitou avaliar, porém, se o fato de o número de pontos positivos ser maior do que os negativos indica uma tendência de aprovação da modificação pelo Ibama. "A parte negativa tem que ser mensurada ainda", afirmou.
"A equipe está no terreno para levantar o que está nessa área inundada", disse o ministro.
Minc evitou avaliar, porém, se o fato de o número de pontos positivos ser maior do que os negativos indica uma tendência de aprovação da modificação pelo Ibama. "A parte negativa tem que ser mensurada ainda", afirmou.
O ministro disse ainda que a análise de Jirau está sendo feita de maneira totalmente separada de Santo Antônio, mas afirmou que a licença de instalação da primeira deverá sair em breve. Hoje, o Ibama anunciou a concessão da licença de instalação (que autoriza o início das obras) de Santo Antônio, com 40 condicionantes.
"O nosso rigor será o mesmo que houve em Santo Antônio", disse.
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