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Rondônia, 27 de outubro de 2026
Nacional

Operação da PF prende 15 policiais rodoviários federais

A Polícia Federal, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) deflagrou nesta quinta-feira (22/6) a operação Domiciano contra policiais rodoviários federais de Unidades Operacionais de Uberlândia, Araguari e Monte Alegre, todas localizadas no estado de Minas Gerais, suspeitos de praticar atos de corrupção contra usuários das rodovias que dão acesso a Uberlândia. A ação também envolve a prisão de quatro empresários e comerciantes da região.



Os levantamentos iniciados pela Corregedoria da Polícia Rodoviária Federal em 2016 levaram à instauração de inquérito na Polícia Federal, que culminou na expedição dos referidos mandados. A Controladoria-Geral da União participou de análise da movimentação financeira e evolução patrimonial dos acusados, relação destes com outras pessoas físicas e jurídicas, além de fornecer levantamento de indícios de ilícitos administrativos.

As investigações apontaram que os policiais praticavam atos de corrupção contra usuários das rodovias com auxílio dos comerciantes e empresários. Haveria indícios de que os acusados solicitavam propina de cidadãos que transitavam de forma irregular, deixando de lavrar autos de infração e demais sanções administrativas cabíveis. Os empresários e comerciantes são suspeitos de obter vantagens na relação com os acusados, sendo priorizados para atendimento de acidentes e ocorrências, gerando lucro.

Os levantamentos iniciados pela Corregedoria da Polícia Rodoviária Federal em 2016 levaram à instauração de inquérito na Polícia Federal, que culminou na expedição dos referidos mandados. A Controladoria-Geral da União participou de análise da movimentação financeira e evolução patrimonial dos acusados, relação destes com outras pessoas físicas e jurídicas, além de fornecer levantamento de indícios de ilícitos administrativos.

Os presos foram encaminhados à Polícia Federal em Uberlândia e serão indiciados pelos crimes de corrupção passiva e associação criminosa, com penas que podem chegar a 15 anos de reclusão.

O nome DOMICIANO é relacionado a um antigo imperador romano (Tito Flavio Domiciano), do século I, que entrou para história pela sua intolerância com a corrupção no império romano.

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