Greve tem pouca adesão, entende secretaria de Educação

De acordo com a secretária, o aumento salarial de 4,5% será para todos os servidores, não só os da educação, e o abono de R$ 200,00 será somente para os professores que estão em sala de aula, que em muitos casos significará um aumento real de 20% sobre o salário. Com certeza os servidores merecem e precisam ganhar mais, o setor é fundamental para o desenvolvimento do estado, mas é o que o Governo do Estado pode conceder. Não adianta querer iludir o servidor e dar um aumento maior que os cofres públicos possam suportar. É melhor ter um aumento, mesmo pequeno, e receber o salário em dia do que ficar meses sem receber.
Outro ponto citado pela secretária são os demais investimentos do Governo do Estado na melhoria da qualidade da educação: reformas e construção de novas escolas, capacitação de servidores, compra de equipamentos e tudo o mais que é preciso para se oferecer um educação de qualidade. O que é possível fazer, estamos fazendo. Este índice é o máximo que o Governo do Estado pode assumir para todos os servidores, diferente do Governo Federal, por exemplo, que não vai dar nenhum centavo de aumento aos servidores e nem por isso eles estão fazendo greve ou paralisação.
A secretária de Educação confirmou que, caso os professores não encerrem o movimento e retornem às salas de aula a partir desta terça-feira (16), o abono de R$ 200,00 aos professores em sala de aula será cancelado e não haverá nenhuma outra compensação, principalmente porque a Lei Eleitoral não permite aumento salarial nem abono seis meses antes das eleições, ou seja, a partir do dia 2 de abril próximo.
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