Menor é espancado por policiais militares

Mesmo assim, o pai do menor optou por registrar ocorrência. Tenho mais dois filhos homens, maiores de idade, que ficaram muito revoltados com o que houve. Para ninguém tentar fazer justiça com as próprias mãos, eu resolvi procurar os meios legais, disse Raimundo Nonato que, junto com o filho agredido e mais um amigo, percorreu 12 horas de barco, de Calama até Porto Velho, para fazer registrar a queixa na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente e fazer o exame de corpo delito. Amanhã eu vou à corregedoria da PM para dar entrada na representação criminal contra os acusados, contou.
O socorro de parentes e amigos chegou minutos depois. Mas antes disso o menor ainda ouviu sérias ameaças dos policiais. Eles teriam dito ao adolescente que se ele contasse o que houve para alguém, eles o matariam e jogariam o corpo no Rio Madeira.
Mesmo assim, o pai do menor optou por registrar ocorrência. Tenho mais dois filhos homens, maiores de idade, que ficaram muito revoltados com o que houve. Para ninguém tentar fazer justiça com as próprias mãos, eu resolvi procurar os meios legais, disse Raimundo Nonato que, junto com o filho agredido e mais um amigo, percorreu 12 horas de barco, de Calama até Porto Velho, para fazer registrar a queixa na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente e fazer o exame de corpo delito. Amanhã eu vou à corregedoria da PM para dar entrada na representação criminal contra os acusados, contou.
Segundo relato do pai do menor, esta não é a primeira vez que os policiais mencionados agem de forma truculenta no distrito. Wellington chegou recentemente ao distrito e Diogo já está lá há algum tempo. Moro há 48 em Calama. Nasci e me criei lá, sou um cidadão de bem e faço tudo pra ter uma vida correta e agora acontece uma coisa dessas com meu filho. Estou indignado e o mínimo que se pode fazer é transferir esses policiais para Porto Velho, revolta-se o pai do menor.
Por fim, Raimundo Nonato revela ainda ter sido procurado por três policiais militares que trabalham no distrito. Eles pediram para o pai do adolescente não registrar BO e esquecer o assunto. Mas já estava decidido. Eu vim para falar com o dono dos porcos e não com os porcos, desabafou.
Veja Também
Aberta Sindicância para apurar denúncias contra abuso policial
Prefeitura notifica empresa e suspende taxa de estacionamento na rodoviária
Últimos detalhes são definidos para os desfiles dos blocos de rua na capital
Carnaval de Porto Velho terá QR Code para identificar crianças no Curumim Folia