Rondônia, 17 de março de 2026
Política

Sedam será comunicada sobre paralisação das Usinas de Jirau, diz deputado

Na próxima terça-feira a Assembléia Legislativa encaminhará à Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sedam), o segundo ofício notificando o órgão a respeito da imediata paralisação das obras da Usina de Jirau, em Porto Velho. A afirmação partiu do deputado estadual Tiziu Jidalias (PP-Ariquemes), durante entrevista ao programa de rádio ‘A Hora do Povo’, no início da tarde desta quinta-feira.

O líder do Governo na Assembléia foi enfático ao afirmar que, o povo rondoniense está sendo lesado, desprezado e ignorado por empresários que vêm de outros estados pensando que Rondônia é terra de ninguém. “Queremos a paralisação das obras até que sejam sanadas todas as irregularidades, e não o fim das hidrelétricas. As obras devem continuar, mas de forma correta e sem danos a Rondônia e seus moradores”, enfatizou.

Uma das denúncias – segundo Tiziu – é com relação ao local da obra. A Assembléia autorizou a construção da usina de Jirau na Ilha do Padre, mas o consórcio responsável pelo empreendimento está construindo a hidrelétrica na chamada Cachoeira do Inferno, quase dez quilômetros de diferença. “Não há estudos técnicos que viabilizem a construção. Uma usina pode romper e alagar Porto Velho, Candeias e vários distritos. Rondônia pode ter sérios problemas”, disse o deputado, que também questionou sobre compensações para saúde, segurança e educação.

O líder do Governo na Assembléia foi enfático ao afirmar que, o povo rondoniense está sendo lesado, desprezado e ignorado por empresários que vêm de outros estados pensando que Rondônia é terra de ninguém. “Queremos a paralisação das obras até que sejam sanadas todas as irregularidades, e não o fim das hidrelétricas. As obras devem continuar, mas de forma correta e sem danos a Rondônia e seus moradores”, enfatizou.

Uma das denúncias – segundo Tiziu – é com relação ao local da obra. A Assembléia autorizou a construção da usina de Jirau na Ilha do Padre, mas o consórcio responsável pelo empreendimento está construindo a hidrelétrica na chamada Cachoeira do Inferno, quase dez quilômetros de diferença. “Não há estudos técnicos que viabilizem a construção. Uma usina pode romper e alagar Porto Velho, Candeias e vários distritos. Rondônia pode ter sérios problemas”, disse o deputado, que também questionou sobre compensações para saúde, segurança e educação.

SIGA-NOS NO

Veja Também

Sílvia Cristina se reúne com deputado relator da PEC 47 da transposição na CCJ da Câmara

Lei do Dr. Luís do Hospital assegura tratamento da fibrose cística pelo SUS em RO

Câmara defende saída de gestores que são candidatos nas eleições de outubro

Emenda da deputada Gislaine Lebrinha garante R$ 100 mil para a APAE de Alvorada