Lacen realiza em média 600 exames de zika, dengue e chikungunya por mês
As prioridades do Lacen definidas pelo Comitê Estadual de Combate ao Aedes Aegypti e Enfrentamento da Microcefalia são para exames nas amostras de gestantes, pacientes com comorbidade (aqueles considerados graves e que apresentam duas patologias) e crianças abaixo de cinco anos.
Conforme explicou o farmacêutico e bioquímico Eduardo Honda, todos os resultados são retirados na própria unidade de saúde dos municípios de residência dos pacientes. “Ninguém precisa vir no Lacen fazer exames e nem atrás de resultados. Não fazemos coleta para nenhum tipo de exame”, acrescentou Honda.
Os postos de saúde nos municípios são os responsáveis pela coleta do sangue, o preenchimento das fichas epidemiológicas, o cadastro e o envio das amostras ao Lacen, através do Gerenciamento de Apoio Laboratorial (GAL), via internet, que disponibiliza informações de diferentes agravos/doenças, que precisam ser monitoradas em vigilância e saúde.
Quando as amostras chegam no Lacen são realizados dois tipos de exames: sorologia para chikungunya e dengue e o método utilizado por biologia molecular, pela técnica de PCR em tempo real (Reação em Cadeia da Polimerase) para dengue, chikungunya e zika. Tudo isso, depende do início da citologia. Por exemplo, em pacientes acima de 7 dias de sintomas serão realizados exames sorológicos para dengue e chikungunya; abaixo desse período será realizado o PCR em tempo real.
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