Rondônia, 31 de março de 2025
Polícia

Lacen recebe média de 200 amostras por semana para análise sobre zika e chinkungunya

O Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen) tem recebido uma média de 200 amostras para análise sobre possíveis casos de zika e chikungunya, segundo a unidade. O diretor Luiz Tagliani explica que a prioridade são de mulheres grávidas, crianças e os casos considerados mais graves. Segundo a Agência de Estado de Vigilância em Saúde (Agevisa), foram confirmados quatro casos autóctones de zika vírus entre 2015 e 2016, nos municípios de Vilhena (1), Alto Alegre dos Parecis (2) e Alta Floresta do Oeste (1).

“Não há como analisar todas as amostras, até porque o Ministério da Saúde envia poucos kits para isso”, explica o diretor informando que o Governo do Rondônia deve começar a comprar o material para fazer a análise clínica. Com a alta demanda, os casos de mulheres grávidas, quando confirmados com o vírus zika, são acompanhados durante toda a gestação, já que corre o risco de causar alguma mal formação do cérebro da criança.

O Lacen realiza a análise clínica através de biologia molecular, o que, segundo Tagliani, é a forma mais confiável. Após o resultado positivo, a Agevisa é comunicada. Os dados da Agevisa mostram que além dos casos de zika confirmados, o estado também registrou quatro casos de chikungunya, sendo dois em Porto Velho, um em Vilhena e um em Cacoal, todos importados. Já dengue, há um aumento de mais de 300% nas notificações, neste ano com relação a 2015.
Destes, cerca de 66,64% ainda não estão concluídos.

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