Nota de esclarecimento do Sindicato dos Urbanitários de Rondônia
Diante da operação desencadeada, nesta data, pela Polícia Civil do Estado de Rondônia denominada Operação KAIRÓS, o SINDUR vem a público esclarecer os seguintes fatos:
Os trabalhadores citados nessa investigação não praticaram qualquer conduta delituosa ou em detrimento ao patrimônio público e sempre se colocaram à disposição da autoridade policial para os esclarecimentos devidos, bem como sempre pautaram seus atos no mais estrito cumprimento dos princípios contidos no art. 37 da CF/88.
Destaca-se que se trata de trabalhadores, em média, com mais de trinta anos de bons serviços prestados a CAERD.
O SINDUR esclarece que não houve qualquer medida judicial determinando o afastamento do dirigente sindical Wilson Pereira Lopes das suas funções de Secretário de Saneamento e Política Ambiental.
Neste momento processual, segundo a Constituição Federal vigora o princípio da presunção da inocência, não sendo autorizado nenhum juízo de valor sem que antes sejam observados os princípios da ampla defesa e do contraditório.
O SINDUR reafirma a confiança nos trabalhadores ali mencionados e tem plena convicção de que, ao final das investigações, restará comprovada a inexistência de qualquer ilicitude na atuação desses trabalhadores.
É importante registrar que os relatórios, que originaram o Inquérito Policial em questão foram confeccionados por ocupantes de cargo em comissão, contratados sem o devido concurso público, em total afronta aos princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade e, que foram objeto de reiteradas denúncias pelo SINDICATO junto aos Órgãos fiscalizadores.
Esperamos que as posturas recentes adotadas pelo Governo do Estado de Rondônia não tenham o intuito de desconstruir a imagem da empresa perante a sociedade, com o objetivo subjacente de PRIVATIZÁ-LA.
Finalmente, o SINDUR registra que continuará a cumprir o seu papel na defesa dos interesses da categoria, assim como na defesa do patrimônio público da empresa e da sociedade, denunciando todos os atos de má gestão e prejudiciais aos cofres da CAERD.
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