Rondônia, 17 de junho de 2026
Polícia

Operação Colapso: Polícia e TCE agiram antes de R$ 37 milhões serem pagos em Ji-Paraná

A Operação Colapso, deflagrada nesta segunda-feira (7), pela 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado, de Cacoal (2ªDRACO), com apoio do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE), no município de Ji-Paraná, tinha como objetivo evitar que os servidores públicos causassem um prejuízo de R$ 37 milhões na saúde pública do município, segundo o delegado Thiago Flores.

Durante a operação, o secretário municipal de saúde, Ivo da Silva, o Procurador-Geral do município, Ricardo Marcelino Braga e o presidente da Comissão de Processo de Licitação, foram afastados de suas funções por determinação da justiça. No total, oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos. O material apreendido vai ajudar a Polícia Civil nas investigações.

Segundo a Polícia, a investigação revelou que o grupo criminoso tentou desviar mais de R$ 37 milhões, mediante a contratação fraudulenta de empresa destinada a gestão hospitalar do Hospital Municipal de Ji-Paraná (RO).

O contrato, que chegou ser assinado, previa a manutenção e ampliação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva e de Centros de Tratamento Intensivos. O valor não chegou a ser pago, segundo o delegado.

De acordo com Thiago Flores, a Polícia optou em agir rápido para evitar que o contrato finalizasse e o dinheiro fosse pago. O Tribunal de Contas Estadual, após a investigação descobrir fraude no contrato, oficializou a prefeitura para que cancelasse o contrato, que previa a manutenção e ampliação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva e de Centros de Tratamento Intensivos.

SIGA-NOS NO

Veja Também

Idoso é morto e corpo é esquartejado em Ji-Paraná

Idoso é preso por embriaguez após acidente que deixou motociclista ferida em Porto Velho

Operação da Polícia Civil mira três investigados por armazenamento de pornografia infantil em Rondônia

Jovem morre após cair de moto na BR-364 em Porto Velho