Policial Civil preso na Capital acusado de ser o mandante de homicídio ocorrido em Ji-Paraná

Clodomir Mendes não quis falar muito com a imprensa e negou todas as acusações. Ele disse que nunca viu a vítima e que não conhece Cego, testemunha que sobreviveu à emboscada.
Clodomir Mendes entrou na Polícia Civil em 1982 e chegou a ser expulso da instituição, retornando em seguida por força de liminar. Atualmente, encontra-se afastado por licença médica. De acordo com o delegado Cristiano Mattos, uma emboscada foi armada pelo policial civil e durante o arrocho, roubou a quantia de R$ 300 mil em dinheiro, que seria usado para comprar drogas.
Clodomir Mendes não quis falar muito com a imprensa e negou todas as acusações. Ele disse que nunca viu a vítima e que não conhece Cego, testemunha que sobreviveu à emboscada.
Sobre o dinheiro supostamente roubado, Clodomir preferiu não comentar sobre o assunto e permaneceu calado. No final, o policial falou que dentro de dez dias, todos terão uma grande surpresa e sua inocência será provada.
De acordo com o delegado Cristiano, dentro do carro da vítima foram encontradas várias digitais de Clodomir Mendes. Ele foi reconhecido por diversas testemunhas.
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