Rondônia, 07 de maio de 2026
Polícia

Televisor cheio de celulares e serras interceptado no presídio

Um televisor de 14 polegadas foi interceptado na hora da revista das visitas e dos produtos que elas trazem para os apenados da Penitenciária Estadual Edvan Mariano Rosendo, mais conhecido por Urso Panda. O aparelho não funcionou durante a revista e chamou a atenção do diretor de segurança, Ronni da Silva, que também é técnico em eletrônico e notou que havia algo estranho na tela. O televisor, a esposa do apenado que trouxe o aparelho e o apenado foram levados para o gabinete do diretor do presídio, Juraci Duarte. O aparelho foi aberto na frente do casal e de vários veículos de comunicação, de policiais civis da Delegacia de Assuntos Penais e agentes penitenciários.



O apenado foi identificado como Erisson Pereira Barros, conhecido por Pi, que cumpre mais de 400 anos de condenação por participação na chacina do Urso Branco e outros crimes. Pi admitiu que tudo pertence a ele e que a esposa não tem nada a ver com a história, ela foi usada para este fim.

A mulher que levou a televisão para o presídio diz que não sabia de nada e que uma mulher com o rosto marcado por espinhas a parou na Estrada da Penal e entregou o aparelho para ela dizendo que era para o marido dela, da primeira mulher.

O apenado foi identificado como Erisson Pereira Barros, conhecido por Pi, que cumpre mais de 400 anos de condenação por participação na chacina do Urso Branco e outros crimes. Pi admitiu que tudo pertence a ele e que a esposa não tem nada a ver com a história, ela foi usada para este fim.

A outra mulher, que supostamente teria entregado a televisão, negou participação no fato, e que tem como provar que estava na residência dela na hora do ocorrido cuidando do próprio filho.

Todos foram levados para a Central de Polícia para o registro da ocorrência.

Este é o segundo fato do gênero, há dois meses outro televisor foi localizado com vários celulares e serras. Segundo foi levantado por Duarte, cada celular é negociado por cerca de R$ 1.600,00 (Um mil e seiscentos reais). Os telefones são utilizados para comandar crimes na cidade entre outros ilícitos.

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