Rondônia, 08 de agosto de 2026
Polícia

Um mês após assassinato brutal, autores permanecem soltos

Nesta quarta-feira faz um mês que foi assassinada brutalmente a servidora pública Marluce Brito Luna, e os autores ainda permanecem soltos. A vítima tinha 61 anos e trabalhava na Secretaria Municipal de Saúde do Município de Porto Velho (Semusa), na função de auxiliar administrativo.



Após exames, se confirmou que a idosa foi violentada sexualmente. Os hematomas no corpo, principalmente na região dos braços e da face, foram sinais indicativos que a vítima teria lutado até morte contra os autores da barbárie.

A polícia foi acionada por vizinhos ao perceberem que o alarme na residência da servidora havia sido disparado. O telhado foi encontrado quebrado e foi constatado que a moradora estava desaparecida, iniciando então as buscas que duraram horas, até o corpo ser encontrado no córrego.

Após exames, se confirmou que a idosa foi violentada sexualmente. Os hematomas no corpo, principalmente na região dos braços e da face, foram sinais indicativos que a vítima teria lutado até morte contra os autores da barbárie.

A foto de um acusado circula pela internet e, segundo um ex-colega da vítima, já está sendo compartilhada em Rondônia e em estados vizinhos. O rapaz identificado como Clelton Ramos de Souza aparece sem camisa, e na mensagem ele é responsabilizado pelos crimes de roubo, estupro e assassinato praticados contra a servidora.

O assassinato da servidora pública Marluce Brito Luna está sendo investigado por agentes da Delegacia de Homicídios, tendo como referência Inquérito Policial nª 090/2012 - DERFRESER/FPC/RO.

SIGA-NOS NO

Veja Também

Porto Velho: PRF encontra mais de uma tonelada de drogas escondida em caminhão na BR-364

Fiscalização encontra furto de energia em arena esportiva e duas madeireiras; mulher é presa em Porto Velho

Identificadas todas as cinco vítimas fatais de acidente entre carro e bitrem na BR-364

Vídeo: ataques a provedores levaram Polícia Civil a descobrir rede interestadual de tráfico, revela Operação Quirinus