Alan Queiroz tenta justificar ausência de Edemilson Lemos e porque não vai votar
Pressionado pela imprensa e movimentos populares no auge da Operação Apocalipse, um mês depois a deflagração dos trabalhos policiais o presidente da Câmara Municipal, Alan Queiroz (PSDB) decidia agir e impulsionou investigações internas. Como o trabalho desenvolvimento pela Comissão Processante deu certo, agora Alan Queiroz tenta capitalizar os dividendos políticos de uma possível cassação dos vereadores apontados como corruptos. Achei bem iniciar como primeiro diz o nosso regimento, não por ser o presidente, por ser o vereador, mas por acreditar que devemos preservar a instituição, a Câmara Municipal, disse nesta terça-feira o preocupado presidente. Na verdade ele nem atendia a imprensa, não interrompeu suas férias durante a Operação e agiu porque foi pressionado. Ele também disse que era seu dever justificar a ausência do colega Edemilson Lemos (PSDB), que viajou ao Rio de Janeiro. Também como denunciante, não irei votar porque a Lei me impede. Não pensei em eleição. Faço a minha obrigação", disse ele, sendo interrompido por protestos das galerias. "Não mexendo com a minha família, comigo não há problema algum", afirmou.".
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