Rondônia, 18 de março de 2026
Política

Alteração para tentar beneficiar servidores de estatais é ação da bancada, afirmam sindicalistas

Responsáveis pela grande mobilização política nos últimos meses pela aprovação da Emenda da Transposição, os representantes da Comissão Intersindical, Cícero Evangelista, Israel Borges e Valdemir Caçador explicaram na tarde desta quinta-feira que não abrem da inclusão da regulamentação através de Medida Provisória. "A demora já é grande e se não acontecer esse movimento político nada será resolvido antes do final do ano", diz Cícero.

Outro ponto que gerou polêmica nos últimos dias é a inclusão de servidores de empresas públicas, que nunca se interessaram em ajudar a mobilização política, mas agora, via CUT e o PT tentam entrar em uma espécie de Trem da Alegria. A medida é defendida pelo deputado federal Eduardo Valverde, que irá apresentar proposta ao Ministério do Planejamento retirando a exceção do benefício a esses funcionários. Os três sindicalistas são unânimes em afirmar que não contrários ao benefício, mas ao artifício, uma vez que a situação pode engessar ainda mais a Transposição. "Essa inserção é uma ação política da bancada e de sua inteira responsabilidade", dizem os três.

Israel Vieira aproveita para detalhar que ficou decidido que a questão dos poderes será feita mesmo de acordo com o parâmetro salarial dos servidores federais.

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