Rondônia, 29 de junho de 2026
Política

Amorim é indicado pelo PTB para discutir MP da regularização fundiária na Câmara

Quatro emendas à Medida Provisória 458 – que institui regras para regularização fundiária de terras na Amazônia – foram protocoladas hoje pelo deputado federal Ernandes Amorim, representante designado pelo líder de seu partido, o PTB, deputado Jovair Arantes (GO), para discutir o texto enviado pelo Governo Federal à Câmara.



Amorim também vai defender, durante as discussões da MP 458, a inclusão de um subsídio verde, a ser pago pelo Governo Federal, como forma de assegurar a preservação dos índices definidos pelo Código Florestal: 20% para exploração do lote na Amazônia e 80% de reserva legal. “Além disso, temos que ter clareza no texto dessa Medida Provisória, nas regras para venda da área, se vai e ou quando se poderá vendê-la, qual o papel de quem ocupa a área, proprietário ou cuidador da terra. São questões complexas sem descuidar da variável ambiental. Por isso, estamos defendendo esse subsídio, que servirá para garantir renda e ao mesmo tempo conter o desmatamento. Alguém vai ter que pagar por isso”, afirma.
Ele defende a gratuidade e isenção de taxas dos serviços necessários para obtenção da posse, como memorial descritivo da área a ser feito pelo Incra, e os serviços topográficos fundamentais para alienação e concessão de direito de uso da terra em 15 módulos, ou 1,5 mil hectares.

Amorim também vai defender, durante as discussões da MP 458, a inclusão de um subsídio verde, a ser pago pelo Governo Federal, como forma de assegurar a preservação dos índices definidos pelo Código Florestal: 20% para exploração do lote na Amazônia e 80% de reserva legal. “Além disso, temos que ter clareza no texto dessa Medida Provisória, nas regras para venda da área, se vai e ou quando se poderá vendê-la, qual o papel de quem ocupa a área, proprietário ou cuidador da terra. São questões complexas sem descuidar da variável ambiental. Por isso, estamos defendendo esse subsídio, que servirá para garantir renda e ao mesmo tempo conter o desmatamento. Alguém vai ter que pagar por isso”, afirma.

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