Rondônia, 10 de maio de 2026
Política

Assembleia realiza reunião para buscar solução do conflito agrário em Rio Pardo

O presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, deputado Hermínio Coelho (PSD), responsabilizou o governador Confúcio Moura, pelos recentes acontecimentos verificados na região de Rio Pardo. Ao lamentar a morte de um policial militar e o sofrimento de centenas de trabalhadores moradores daquela localidade, o presidente da ALE, anunciou a convocação de uma reunião oficial do Poder Legislativo na segunda-feira na Câmara Municipal de Buritis.



O presidente da ALE determinou que fossem expedidos convites para as seguintes instituições: Ordem dos Advogados do Brasil, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Ministério Público Federal, e outras entidades não-governamentais.

A reunião oficial da Assembleia Legislativa para tratar especificamente do conflito agrário e a busca de soluções para o problema, foi uma decisão do presidente da ALE, deputado Hermínio Coelho em conjunto com o 1º vice-presidente da ALE, deputado Maurão de Carvalho (PP) e o presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Euclides Maciel (PSDB). A reunião acontece às 9 horas, e todos os parlamentares estão sendo convocados.

O presidente da ALE determinou que fossem expedidos convites para as seguintes instituições: Ordem dos Advogados do Brasil, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Ministério Público Federal, e outras entidades não-governamentais.

Para o deputado Hermínio Coelho o que está acontecendo na região de Rio Pardo, é de exclusiva responsabilidade do governador do Estado, que de forma irresponsável não fez o dever de casa, após ter sido firmado acordo com o Governo Federal, no sentido de se efetivar um novo assentamento para estas pessoas, na grande maioria, pessoas de bem, pequenos agricultores. “Esta irresponsabilidade foi o motivador para que a situação se agravasse e lamentavelmente acabasse inclusive na morte de um policial militar”, declarou.

Segundo Hermínio Coelho, como o Governo Estadual não fez sua parte. “O Governo estava mais preocupado era em promover perseguição política a adversários, não agilizou os novos assentamentos e estes trabalhadores acabaram retornando, afinal, buscam a sobrevivência. Com a decisão de retirada destas famílias do local, a situação se agravou. Tudo isto já era previsível, mas lamentavelmente o desgoverno da cooperação, como sempre, nada fez”, encerrou o presidente da ALE.

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