Rondônia, 18 de junho de 2026
Política

Ato público pela Transposição coloca servidores e bancada federal frente a frente

Milhares de servidores atenderam à convocação dos sindicatos e compareceram nesta segunda-feira, dia 17/03, do ato público em defesa da transposição, realizado na Praça das Três Caixas D’Água, em Porto Velho. Todos os deputados federais e senadores de Rondônia foram convidados para o ato, mas compareceram apenas os senadores Valdir Raupp e Acir Gurgcaz, além dos deputados federais Padre Ton, Marcos Rogério, Nilton Capixaba e Carlos Magno.


Caio Marin (Sindsaúde), Jales Moreira (Sinsepol), Daniel Pereira (Sindsef), Francisco Roque (Sinjur) e Anderson Pereira (Singeperon) foram unânimes em afirmar que falta uma atuação mais enérgica da bancada federal nas cobranças ao Executivo. Para eles, a Câmara dos Deputados e o Senado têm poderes para fazer o Executivo cumprir as leis aprovadas no Congresso nacional, que garantem aos servidores o direito à transposição.
Os sindicalistas consideram que a transposição agora é um caso estritamente político, já que todos os atos jurídicos já foram realizados. Eles citaram as várias reuniões com a AGU e com a Procuradoria Geral do Estado para sanar as pendências jurídicas, restando, agora, unicamente a vontade política para concluir a transposição.
Os parlamentares também fizeram discursos. Em alguns momentos a classe política foi vaiada pelos servidores. O deputado federal Marcos Rogério (PDT) classificou a visita da Presidente Dilma a Rondônia como uma farsa, e disse que a viagem apenas teve a finalidade de defender as usinas. O deputado federal Carlos Magno reafirmou o seu posicionamento de que não adianta se reunir com técnicos de terceiro escalão, e que o problema só vai ser resolvido se os contatos forem com a ministra do Planejamento.
Na oportunidade o presidente do Sintero cobrou dos senadores e dos deputados federais mais empenho no sentido de pressionar o Palácio do Planalto e o Ministério do Planejamento para que agilizem a transposição.
Caio Marin (Sindsaúde), Jales Moreira (Sinsepol), Daniel Pereira (Sindsef), Francisco Roque (Sinjur) e Anderson Pereira (Singeperon) foram unânimes em afirmar que falta uma atuação mais enérgica da bancada federal nas cobranças ao Executivo. Para eles, a Câmara dos Deputados e o Senado têm poderes para fazer o Executivo cumprir as leis aprovadas no Congresso nacional, que garantem aos servidores o direito à transposição.
Os sindicalistas consideram que a transposição agora é um caso estritamente político, já que todos os atos jurídicos já foram realizados. Eles citaram as várias reuniões com a AGU e com a Procuradoria Geral do Estado para sanar as pendências jurídicas, restando, agora, unicamente a vontade política para concluir a transposição.
Os parlamentares também fizeram discursos. Em alguns momentos a classe política foi vaiada pelos servidores. O deputado federal Marcos Rogério (PDT) classificou a visita da Presidente Dilma a Rondônia como uma farsa, e disse que a viagem apenas teve a finalidade de defender as usinas. O deputado federal Carlos Magno reafirmou o seu posicionamento de que não adianta se reunir com técnicos de terceiro escalão, e que o problema só vai ser resolvido se os contatos forem com a ministra do Planejamento.

Os demais parlamentares reconheceram como justas as cobranças dos servidores, e prometeram mais empenho em defesa da transposição.
O senador Valdir Raupp disse que cobrou a transposição durante a viagem com a Presidente Dilma. Segundo ele, a Presidente chamou o ministro chefe da AGU e pediu para que o processo fosse agilizado. O senador também disse que a deputada federal Marinha Raupp está tentando agendar uma audiência dos sindicalistas com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para tratar do assunto.
O ato público foi encerrado por volta de 12 horas com a afirmação dos sindicalistas de que este é apenas o primeiro ato público. Se o resultado for insatisfatório, os sindicatos vão organizar grandes manifestações, como o fechamento da BR 364 e caravanas a Brasília.

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