Comissão Temporária para tratar da Regularização Fundiária recebe membros da Suder, Terra Legal e Incra

O presidente da Comissão Temporária Especial destinada a averiguar todo processo de Regularização Fundiária em Rondônia, Só na Bença (PMDB), recebeu na reunião de quarta-feira (11), dirigentes da Superintendência de Desenvolvimento do Estado (Suder), do Programa Terra Legal e do Incra.
Basílio Leandro de Oliveira, superintendente da Suder, disse entender a preocupação dos parlamentares e parabenizou o presidente Maurão de Carvalho (PMDB) que, segundo ele, tem trabalhado harmoniosamente com o Executivo. “É uma gestão de calmaria”, salientou Basílio.
Só na Bença ressaltou que a comissão foi criada em razão da preocupação dos deputados quanto a situação do homem do campo, no que diz respeito a titulação de terras e assegurar segurança para as famílias poderem trabalhar sem medo.
Basílio Leandro de Oliveira, superintendente da Suder, disse entender a preocupação dos parlamentares e parabenizou o presidente Maurão de Carvalho (PMDB) que, segundo ele, tem trabalhado harmoniosamente com o Executivo. “É uma gestão de calmaria”, salientou Basílio.
O superintendente explicou que em se tratando de regularização fundiária, é necessário destacar duas áreas distintas, a zona Rural e a zona Urbana. Em relação às áreas da zona Rural, ele explicou que o Estado vem atuando como parceiro da União, que tem suas prerrogativas especificadas na nova lei federal de regularização fundiária (nº 13.465/2017), sancionada em 11de julho deste ano.
Segundo Basílio, o governo solicitou que a União passasse para o Estado algumas glebas e que os termos de outorga estariam sendo aguardados. Ainda de acordo com o superintendente, algumas áreas dependem de dispêndio financeiro do proprietário.
Ele ressaltou que o Estado pretende criar um órgão que trate unicamente da regularização fundiária de Rondônia. Inicialmente, segundo Basílio, pensou-se em um Instituto de Terras, porém, também existe a hipótese de um desmembramento de uma diretoria da Suder, para evitar gastos à máquina pública.
Sobre regularização fundiária em zonas urbanas, Basílio informou que o Estado já entregou mais de 14 mil títulos em 22 municípios de Rondônia, por meio de convênios com as prefeituras. A meta do governo ressaltou, é de entregar 46 mil títulos. Questões como georreferenciamento, recurso e licitações são fatores que, segundo Basílio acaba demandando mais tempo.
Sorrival de Lima, representando o Programa Terra Legal, apresentou um relatório sobre os aspectos gerais da Amazônia Legal e toda a estrutura fundiária que ela compreende, incluindo Rondônia. Segundo ele, o objetivo do Terra Legal é promover a destinação e a regularização fundiária de terras públicas federais não destinadas na Amazônia Legal.
A missão do programa destacou Lima, é a de contribuir para a governança fundiária das glebas da Amazônia Legal de forma transparente por meio do diálogo interinstitucional, favorecendo a segurança jurídica e a inclusão produtiva sustentável.
Veja Também
Ex-prefeito Hildon Chaves se filia à Federação União Progressista e deve concorrer ao Governo
Sílvia Cristina se reúne com deputado relator da PEC 47 da transposição na CCJ da Câmara
Lei do Dr. Luís do Hospital assegura tratamento da fibrose cística pelo SUS em RO
Câmara defende saída de gestores que são candidatos nas eleições de outubro