Rondônia, 11 de fevereiro de 2026
Política

Empresas de Rondônia podem estar sendo prejudicadas, alerta Jesualdo

O deputado estadual Jesualdo Pires (PSB/Ji-Paraná) fez um alerta hoje de que o Estado de Rondônia pode estar sendo prejudicado por manobras lobistas praticadas pelo ex-senador Sibá Machado, visando beneficiar empresas do estado Acre na participação majoritária na demanda de serviços resultantes das obras das Usinas de Santo Antônio e Jirau.

Jesualdo Pires, ao comentar a situação, classificou a manobra como uma afronta descabida e desrespeitosa à sociedade rondoniense. “Essa conduta é inaceitável e deplorável, porque tem o objetivo de sugar nosso Estado. O Acre está sendo colocado numa situação de explorador, tirando as oportunidades às empresas de Rondônia ”, criticou.
Jesualdo lembrou ainda que recentemente, usou a tribuna da Assembléia Legislativa do Estado, para fazer duras criticas quanto a iminência de as riquezas arqueológicas de Rondônia serem levadas para a Universidade Federal do Acre, uma vez que a empresa responsável pelo salvamento das peças arqueológicas havia declarado que Rondônia não teria uma instituição capacitada para arquivar e conservar as peças.
Na época, o deputado defendeu que as peças ficassem sob os cuidados da Universidade Federal de Rondônia e também manifestou o seu repudio quanto a manobra.
“Não sou contra o estado do Acre nem tampouco contra o povo acreano, só não acho justo que esta oportunidade seja perdida na geração de empregos para o povo rondoniense, inclusive tendo uma lei aprovada na Assembléia Legislativa priorizando a contratação de obra de nosso estado.”, comentou o deputado do PSB.
Jesualdo Pires, ao comentar a situação, classificou a manobra como uma afronta descabida e desrespeitosa à sociedade rondoniense. “Essa conduta é inaceitável e deplorável, porque tem o objetivo de sugar nosso Estado. O Acre está sendo colocado numa situação de explorador, tirando as oportunidades às empresas de Rondônia ”, criticou.
Jesualdo lembrou ainda que recentemente, usou a tribuna da Assembléia Legislativa do Estado, para fazer duras criticas quanto a iminência de as riquezas arqueológicas de Rondônia serem levadas para a Universidade Federal do Acre, uma vez que a empresa responsável pelo salvamento das peças arqueológicas havia declarado que Rondônia não teria uma instituição capacitada para arquivar e conservar as peças.
Na época, o deputado defendeu que as peças ficassem sob os cuidados da Universidade Federal de Rondônia e também manifestou o seu repudio quanto a manobra.

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