Rondônia, 10 de fevereiro de 2026
Política

Ex-senador do Acre será conselheiro de consórcio de usina em Rondônia

Suplente de Marina Silva (PT-AC) no Senado e sem cargo desde que a ex-ministra do Meio Ambiente voltou à Casa, o petista Sibá Machado foi nomeado, no último dia 27, conselheiro administrativo do consórcio Energia Sustentável do Brasil, que vai construir e operar a hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, em Rondônia.



A construção se tornou alvo de polêmica após o consórcio anunciar que pretende mudar o local do projeto original da usina, o que ainda pode levar o empreendimento a uma disputa judicial. A idéia será analisado ainda pelo Ibama e por duas agências reguladoras --a mudança já foi avalizada pelo TCU (Tribunal de Contas da União).

O consórcio é formado pelas empresas Suez Energy (franco-belga), Camargo Corrêa Investimentos e pelas estatais Chesf (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco) e Eletrosul.

A construção se tornou alvo de polêmica após o consórcio anunciar que pretende mudar o local do projeto original da usina, o que ainda pode levar o empreendimento a uma disputa judicial. A idéia será analisado ainda pelo Ibama e por duas agências reguladoras --a mudança já foi avalizada pelo TCU (Tribunal de Contas da União).

Sibá, que estava se dedicando ao seu mestrado e à campanha de Raimundo Angelim (PT) à reeleição em Rio Branco (AC), será conselheiro por dois anos.

O ex-parlamentar foi indicado pelas estatais para ser um dos dois conselheiros independentes --que não tem vínculo com as empresas-- do grupo.

Segundo o consórcio, Sibá, que é geógrafo, tem "experiência na questão socioambiental e conhecimento na área".

"Vou acompanhar de perto os trabalhos em Porto Velho. Há uma espécie de compromisso na América Latina de integração na região para infra-estrutura, transporte e energia elétrica. Se eu voltar a ser parlamentar, quero me dedicar a esse tema", disse o ex-senador, que afirmou não haver problemas no fato de assumir o posto por não ser cargo de direção.

No Senado, Sibá chegou à presidência do Conselho de Ética, em maio de 2007, durante a crise que culminou na renúncia de Renan Calheiros (PMDB-AL) como presidente da Casa. Pressionado, Sibá deixou o conselho um mês depois.

Integrou CPIs, como a do Mensalão, e presidiu uma subcomissão no Senado sobre águas, cuja metas é mapear a situação de bacias hidrográficas.

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