Ezequiel critica prova do Enem e ALE aprova voto de repúdio ao MEC
Ao considerar como tendenciosa a influenciar os candidatos a acreditarem na ideologia de gênero, o deputado Ezequiel Júnior (PSDC), durante sessão plenária da Assembleia Legislativa de terça-feira (3), teceu duras críticas a elaboração da prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), aplicada no último dia 25 de outubro. Considerou o assunto polêmico e propôs voto de repúdio ao Ministério da Educação, o que foi aprovado à unanimidade pelos integrantes do Poder Legislativo.
Como pai de família não posso me calar diante de tamanho absurdo. Esta Casa de Leis não pode concordar com isso. Portanto, nada mais adequado do que aprovar voto de repúdio para encaminhar ao Ministério da Educação, disse Ezequiel Junior que, de maneira mais direta, falou um pouco da personagem que, segundo ele, o MEC deu tanto prestígio na prova do Enem.
Ezequiel considerou a prova do Enem como um show bizarro de doutrinação ideológica, visto que a questão estava carregada de feminismo tosco, usando Simone de Beauvoir para extrair dos alunos uma visão de mundo absurdo de que ninguém nasce mulher.
Como pai de família não posso me calar diante de tamanho absurdo. Esta Casa de Leis não pode concordar com isso. Portanto, nada mais adequado do que aprovar voto de repúdio para encaminhar ao Ministério da Educação, disse Ezequiel Junior que, de maneira mais direta, falou um pouco da personagem que, segundo ele, o MEC deu tanto prestígio na prova do Enem.
Observou que Beauvoir trabalhou no regime Vichy, um colaborador do regime nazista. Disse que a filósofa não podia mais lecionar devido à pedofilia e a Sartre e, em 1943, foi demitida por comportamento que leva a corrupção de menor.
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