Fátima Cleide assina carta para implantação de superintendência do BB
É fundamental a implantação da superintendência regional do Banco do Brasil (BB), declarou nesta quarta-feira (18/2) a senadora petista Fátima Cleide. Ela assinou ontem a Carta de Rondônia, o documento que subscreverá todos os parlamentares da bancada federal do Estado e que será encaminhado para o BB e Ministros, confirmando apoio total ao Sindicato dos Bancários (Seeb), idealizador da campanha que reivindica a criação imediata da superintendência. Com assinatura de Fátima, os três senadores que representam o Estado em Brasília, Expedito Júnior (PR) e Valdir Raupp (PMDB), acreditam que é inadmissível que toda a gerência do banco em Rondônia seja feita em Cuiabá (MT).
O presidente do Seeb, Cleiton dos Santos, afirmou que é muito importante contar com a parceria dos parlamentares, já que as reivindicações, caso sejam atendidas, afetará não apenas a classe dos bancários, mas como todos os clientes do BB no Estado. Seguiremos fortes na luta para a implantação da superintendência seja realizada o mais breve possível, disse.
Segundo a senadora, com a criação da superintendência, será atendida uma necessidade em prol do desenvolvimento do Estado e do povo rondoniense. Ela entende que não é justo impossibilitar o crescimento de Rondônia, principalmente no seu atual momento histórico, com a chegada de grandes investimentos.
O presidente do Seeb, Cleiton dos Santos, afirmou que é muito importante contar com a parceria dos parlamentares, já que as reivindicações, caso sejam atendidas, afetará não apenas a classe dos bancários, mas como todos os clientes do BB no Estado. Seguiremos fortes na luta para a implantação da superintendência seja realizada o mais breve possível, disse.
A justificativa e o embasamento para a criação da superintendência estão fundamentados em números do próprio banco, conforme estudo feito pelo Seeb, que demonstram aumento na economia do Estado e os resultados favoráveis referente aos negócios da instituição financeira. O número de funcionários, de 1997 à 2008, passou de 261 para 540; as agências saltaram de 13 para 41; os clientes que antes somavam 47.587 mil aumentou para 282 mil, entre pessoas físicas e jurídicas, além do crescimento de caixas eletrônicos, de 49 para 369.
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