Governador mostra preocupação com crédito consignado, mas Cecon continua parada
O governador Confúcio Moura (PMDB) mostrou preocupação com o endividamento dos servidores públicos através dos empréstimos consignados. Para evitar problemas para a categoria, o chefe do Executivo prometeu fiscalizar a aplicação de 30% máximos para o funcionário efetuar operações financeiras dessa natureza. Eu cuidarei rigorosamente dos limites. Nem uma gota a mais. Pode parecer ruim, mas, será a minha maior contribuição a cada funcionário do Estado. Zelar pelo seu sossego e paz na vida. Porque quem deve sofre demais. Vive angustiado e triste, citou Confúcio Moura. Ele citou que a Comissão Especial de Consignação (Cecon) está ligada ao seu gabinete e enviará relatórios mensais sobre o endividamento do servidor. Mas há um problema que o governador deve desconhecer. Os representantes bancários reclamam há várias semanas que a Cecon encerrou o contrato com a MultiMargem e não retomou as atividades. A última denúncia é que houve a contratação sem licitação de uma empresa de Minas Gerais para fornecer software para efetuar as operações.
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