Rondônia, 14 de julho de 2026
Política

Marcos Rogério e Bruno Bolsonaro Scheid defendem reação firme contra o avanço da violência em Rondônia

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da Assessoria

O crescimento da violência e a atuação de organizações criminosas em Rondônia motivaram manifestações do senador Marcos Rogério (PL), pré-candidato ao Governo, e de Bruno Bolsonaro Scheid (PL), pré-candidato ao Senado. Em publicações nas redes sociais, os dois defenderam uma resposta mais firme do poder público e maior proteção para a população.

Marcos Rogério chamou a atenção para os recentes episódios registrados em Porto Velho, com relatos de ameaças contra moradores, fechamento de estabelecimentos comerciais e imposição de medo em diferentes comunidades.

"Toques de recolher, comércios fechados e bairros dominados pela violência mostram que está faltando firmeza no combate ao crime", afirmou.

Segundo o pré-candidato ao Governo, criminosos não podem ocupar espaços deixados pelo poder público nem determinar a rotina das famílias rondonienses.

"Quem aterroriza a população não pode continuar impondo o medo e ditando as regras", declarou.

Marcos Rogério defendeu o aumento da presença policial nas ruas, o fortalecimento da inteligência, a integração entre as forças de segurança e operações permanentes contra as estruturas financeiras e operacionais do crime organizado.

"Rondônia precisa de mais polícia nas ruas, inteligência, integração entre as forças de segurança e ações firmes contra o crime organizado, para que as pessoas possam voltar a viver com paz e segurança", disse. Em outra manifestação, ele classificou como grave a situação vivenciada por famílias da capital e afirmou que a ausência do Estado abre espaço para a perda de autoridade diante das facções criminosas.

Proteção de mulheres e crianças

Bruno Bolsonaro Scheid concentrou sua manifestação nos crimes praticados contra mulheres e crianças. Para o pré-candidato ao Senado, esse tipo de violência não pode ser relativizado ou incorporado à rotina da sociedade.

"Violência contra mulheres e crianças não pode ser tratada como algo normal", afirmou.

Bruno defendeu punição rigorosa para os responsáveis, acolhimento às vítimas e políticas públicas capazes de prevenir novos crimes.

"Quem comete esse tipo de crime precisa enfrentar o rigor da lei. Proteger as vítimas deve estar acima de qualquer discussão", declarou.

Para ele, o enfrentamento à violência precisa reunir segurança, justiça, prevenção e uma rede de atendimento preparada para acolher as vítimas e suas famílias.

"Segurança, justiça e acolhimento para mulheres e crianças são prioridades que não podem ser negociadas", completou.

As manifestações dos dois pré-candidatos convergem para a defesa de um Estado mais presente, capaz de recuperar áreas afetadas pela criminalidade, proteger os grupos mais vulneráveis e garantir tranquilidade para trabalhadores, estudantes e famílias.

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