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Rondônia, 12 de outubro de 2026
Política

Mariana Carvalho é relatora de projeto que regulamenta profissão de gestor ambiental

A deputada Mariana Carvalho (PSDB – RO) é relatora do projeto de lei que regulamenta o exercício da profissão de gestor ambiental.


“A Comissão de Educação aprecia especificamente a questão dos requisitos de formação”, esclarece ela sobre a proposta que depende também da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público e da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
Com nova redação, o texto permite o exercício da profissão não só aos portadores de diploma de curso de gestão ambiental, mas também para os detentores de curso superior de graduação nas áreas de ciências exatas, agrárias, biológicas, sociais ou engenharias e mestrado ou doutorado na área de gestão ambiental.


“A Comissão de Educação aprecia especificamente a questão dos requisitos de formação”, esclarece ela sobre a proposta que depende também da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público e da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
Com nova redação, o texto permite o exercício da profissão não só aos portadores de diploma de curso de gestão ambiental, mas também para os detentores de curso superior de graduação nas áreas de ciências exatas, agrárias, biológicas, sociais ou engenharias e mestrado ou doutorado na área de gestão ambiental.

Para Mariana Carvalho, a regulamentação da profissão de gestor ambiental repara uma distorção das políticas públicas da área, porque a formação deste profissional em Ciências Humanas, Exatas e Biológica o prepara para contribuir com a solução de problemas ambientais decorrentes da ação humana e outras atividades resultantes dos fenômenos naturais.

No seu parecer, a tucana lembra que o último Censo da Educação Superior divulgado pelo Ministério da Educação, revelou que o Brasil contava, em 2013, com 302 cursos de tecnólogo em gestão ambiental, dos quais 285 presenciais.

“Nesse ano, esses cursos formaram quase 10 mil profissionais. Há, portanto, uma considerável rede de formação na área, gerando um número substantivo de profissionais a cada ano”, reconhece a deputada no seu parecer que representa um avanço para a categoria profissional que se dedica as questões ambientais.

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