Marinha Raupp: uma luta travada para chegar ao Palácio da Artes

Após isso alguns percalços apareceram, um deles em 2006 quando a Deputada Federal conseguiu recursos na ordem de 100 milhões de reais para realização da obra, de onde fora liberado através de emenda cerca de 6 milhões e meio, para construção do teatro, e que não pôde ser utilizado por falta de apresentação do projeto em tempo hábil pelo governo da época; também foi necessário a reversão de uma doação de parte do terreno feita pelo exercito para a construção da sede do Ministério Público Federal do Trabalho (MPFT), a pedido do coordenador de patrimônio do estado da época.
As dificuldades não frearam o projeto da parlamentar, que interveio junto a ministérios e instituições federais para que fosse resolvida toda a situação. Desde o inicio Marinha Raupp conversou com o ministro da cultura da época Gilberto Gil, de quem recebeu apoio para a construção do teatro, e posteriormente esteve nos ministérios de defesa, planejamento e do trabalho, para reverter a doação acidental de parte do terreno para o MPF. A atuação da deputada resultou na harmonia do ambiente que hoje engloba o teatro estadual, o prédio do Tribunal de Justiça (TJ), as obras da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) e o Ministério Público Federal do Trabalho (MPFT).
Após isso alguns percalços apareceram, um deles em 2006 quando a Deputada Federal conseguiu recursos na ordem de 100 milhões de reais para realização da obra, de onde fora liberado através de emenda cerca de 6 milhões e meio, para construção do teatro, e que não pôde ser utilizado por falta de apresentação do projeto em tempo hábil pelo governo da época; também foi necessário a reversão de uma doação de parte do terreno feita pelo exercito para a construção da sede do Ministério Público Federal do Trabalho (MPFT), a pedido do coordenador de patrimônio do estado da época.
As dificuldades não frearam o projeto da parlamentar, que interveio junto a ministérios e instituições federais para que fosse resolvida toda a situação. Desde o inicio Marinha Raupp conversou com o ministro da cultura da época Gilberto Gil, de quem recebeu apoio para a construção do teatro, e posteriormente esteve nos ministérios de defesa, planejamento e do trabalho, para reverter a doação acidental de parte do terreno para o MPF. A atuação da deputada resultou na harmonia do ambiente que hoje engloba o teatro estadual, o prédio do Tribunal de Justiça (TJ), as obras da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) e o Ministério Público Federal do Trabalho (MPFT).
Em 2008 o impasse foi resolvido e os documentos emitidos pela parlamentar e gestão política junto aos ministérios, resultam na portaria n° 113 do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão, autorizando a cessão de uso gratuíto ao estado de Rondônia dos imóveis constituídos pelos lotes urbanos situados nas ruas José Camacho e Tabajara, no bairro Pedrinhas, para impantação do Teatro Estadual de Rondônia, inaugurado nesta quinta-feira (25) com solenidade festiva aberta ao público.
Veja Também
Sílvia Cristina se reúne com deputado relator da PEC 47 da transposição na CCJ da Câmara
Lei do Dr. Luís do Hospital assegura tratamento da fibrose cística pelo SUS em RO
Câmara defende saída de gestores que são candidatos nas eleições de outubro
Emenda da deputada Gislaine Lebrinha garante R$ 100 mil para a APAE de Alvorada