Prisão de Donadon não tem a ver com Operação Dominó, mas com funcionários fantasmas
A ordem de prisão contra o ex-deputado estadual Marcos Antônio Donadon não está relacionada às condenações referentes a Operação Dominó, mas com um poderoso esquema descoberto na Assembleia Legislativa em 1999, quando ele presidia a Casa de Leis. Donadon desviava recursos através de uma folha de servidores fantasmas. Alguns deles nem sabiam que eram funcionários públicos.
Em Rondônia, Donadon foi condenado por formação de quadrilha e desvio de dinheiro público pela criação de folha paralela a 2 anos e 9 meses de reclusão por formação de quadrilha e 16 anos e 8 meses em relação ao crime de peculato. O STJ reduziu para um total de 11 anos e 8 meses.
Os demais mandados de prisão, expedidos contra João Batista dos Santos, João Ricardo Gerólomo de Mendonça, Haroldo Franklin de Carvalho A. dos Santos, Ronilton Rodrigues Reis, Daniel Neri de Oliveira e Ellen Ruth Cantanhede Salles Rosa, tem relação com o esquema descoberto com a Operação Dominó, desencadeada a partir de gravações realizadas pelo ex-governador Ivo Cassol e que envolviam 23 ex-deputados.
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