Raupp reivindica atuação criteriosa do IBAMA no combate ao desmatamento na Amazônia

- Somos favoráveis à fiscalização, mas com critério, com cautela. Sabemos que 30% das madeireiras de Rondônia estão ilegais. Isso o Ibama tem que fechar, e já vinha fechando. Os outros 70% têm que trabalhar. Há 260 planos de manejo. Agora, o Ibama chega com a operação, castigando não só os ilegais, mas os que estão legais também. Falam em extinguir os planos de manejo e deixar as madeireiras sem matéria-prima - criticou.
Raupp disse ainda que a operação Arco de Fogo não pode prejudicar aqueles que nos últimos anos foram estimulados pelo governo a ocupar a Amazônia e investiram no desenvolvimento da região. O senador também voltou a sugerir a criação do Ministério da Amazônia- "para cuidar especificamente da região e dessas ações" - e do programa Desmatamento Zero. O programa teria a intenção de proibir, a partir de implantado, novas derrubadas de vegetação, concedendo anistia aos que, nos últimos 40 anos, desmataram suas propriedades para a promoção de benfeitorias.
Em aparte, a senadora Fátima Cleide (PT-RO) disse que Rondônia tem todos os instrumentos para promover o desenvolvimento sustentável com responsabilidade ambiental e social. Para isso, segundo ela, o governo local precisaria assumir um papel de liderança e atuar como coordenador de planejamento do estado.
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